Escritas

Nos processos criminais os advogados

Fiódor Dostoiévski
Nos processos criminais os advogados têm frequentemente justificado seus constituintes, alegando inconsciência no momento do crime, o que é, na opinião deles, simples caso de doença. E imagine só, meu general, que a medicina lhes dá razão. O médico e o advogado mancomunam-se para descbrir um louco sob a máscara de um assassino. Alegam existir de fato uma demência temporária, durante a qual o indivíduo perde, senão completamente, ao menos em grande parte, a memória.
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