A Pátria
Olavo Bilac
Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!
Criança! nĂŁo verĂĄs nenhum paĂs como este!
Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!
A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,
Ă um seio de mĂŁe a transbordar carinhos.
VĂȘ que vida hĂĄ no chĂŁo! vĂȘ que vida hĂĄ nos ninhos,
Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!
VĂȘ que luz, que calor, que multidĂŁo de insetos!
VĂȘ que grande extensĂŁo de matas, onde impera
Fecunda e luminosa, a eterna primavera!
Boa terra! jamais negou a quem trabalha
O pĂŁo que mata a fome, o teto que agasalha...
Quem com o seu suor a fecunda e umedece,
VĂȘ pago o seu esforço, e Ă© feliz, e enriquece!
Criança! nĂŁo verĂĄs paĂs nenhum como este:
Imita na grandeza a terra em que nasceste!
In: BILAC, Olavo. Poesias infantis. 18.ed. Rio de Janeiro: F. Alves, 195
Criança! nĂŁo verĂĄs nenhum paĂs como este!
Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!
A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,
Ă um seio de mĂŁe a transbordar carinhos.
VĂȘ que vida hĂĄ no chĂŁo! vĂȘ que vida hĂĄ nos ninhos,
Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!
VĂȘ que luz, que calor, que multidĂŁo de insetos!
VĂȘ que grande extensĂŁo de matas, onde impera
Fecunda e luminosa, a eterna primavera!
Boa terra! jamais negou a quem trabalha
O pĂŁo que mata a fome, o teto que agasalha...
Quem com o seu suor a fecunda e umedece,
VĂȘ pago o seu esforço, e Ă© feliz, e enriquece!
Criança! nĂŁo verĂĄs paĂs nenhum como este:
Imita na grandeza a terra em que nasceste!
In: BILAC, Olavo. Poesias infantis. 18.ed. Rio de Janeiro: F. Alves, 195
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