Quarta: D. JOÃO, INFANTE DE PORTUGAL
Fernando Pessoa
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Ano: 600
Não fui alguém. Minha alma estava estreita
Entre tão grandes almas minhas pares,
Inutilmente eleita,
Virgemmente parada;
Porque é do português, pai de amplos mares,
Querer, poder só isto:
O inteiro mar, ou a orla vã desfeita —
O todo, ou o seu nada.
Entre tão grandes almas minhas pares,
Inutilmente eleita,
Virgemmente parada;
Porque é do português, pai de amplos mares,
Querer, poder só isto:
O inteiro mar, ou a orla vã desfeita —
O todo, ou o seu nada.
Comentários (2)
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Mario
2023-10-13
Olá ! Tudo bem?<br />Desculpe, mas se alguém te ajudou, você poderia me repassar?<br /><br />Muito obrigado
Diana
2011-03-11
Podem-me ajudar a fazer a análise do poema 'D.Joao infante de Portugal' de Mensagem de Fernando Pessoa?<br /> Obrigada :)<br /> <br /> enviem para o email:<br /> <a href="mailto:dianafeiteira@hotmail.com" target="_blank" re_target="null">dianafeiteira@hotmail.com</a>
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