Toada do Amor
Carlos Drummond de Andrade
•
Ano: 20101
E o amor sempre nessa toada:
briga perdoa perdoa briga.
Não se deve xingar a vida,
a gente vive, depois esquece.
Só o amor volta para brigar,
para perdoar,
amor cachorro bandido trem.
Mas, se não fosse êle, também
que graça que a vida tinha?
Mariquita, dá cá o pito,
no teu pito está o infinito.
briga perdoa perdoa briga.
Não se deve xingar a vida,
a gente vive, depois esquece.
Só o amor volta para brigar,
para perdoar,
amor cachorro bandido trem.
Mas, se não fosse êle, também
que graça que a vida tinha?
Mariquita, dá cá o pito,
no teu pito está o infinito.
Comentários (15)
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metallicanelson
2024-04-29
amei!
jesdeia peixotto
2017-07-01
lindo ! que gracinha ! onnn amei
anna fabricia
2017-07-01
amei ! pequeno e da para traduz trabalho pronto !!!
Mara Rúbia
2016-10-18
lindo poema!
rodrigo bezerra
2013-11-20
eu gostei muito o poema e bastante marcante e tocante parabens carlos drumond de andrade sou seu fã.
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