Lista de Poemas
Explore os poemas da nossa coleção
Bertolt Brecht
Apenas quando somos instruídos pela
Eugénio de Andrade
A independência tem um preço,
Charlie Chaplin
A vida é uma peça
Confúcio
Se você tem uma laranja
Bertolt Brecht
O que é roubar um
Pablo Neruda
Se nada nos salva da
Almeida Garrett
Bem nasce em todos os
Machado de Assis
Eu não sou homem que
Henry David Thoreau
O melhor governo é aquele
Audre Lorde
Uma litania para a sobrevivência
Cecília Meireles
Lembrete :Flora Figueiredo:Não deixe portas
Paolo Mantegazza
A infância é a idade
Noémia de Sousa
Teias da memória
bilros de teia bordam solidão
enquanto meigos sussurros de sombra
no brilhante mutismo do espelho
recitam estrofes de poeira.
Peter Drucker
O que os administradores precisam,
Clarice Lispector
Eu sou o meu próprio
Gustavo Adolfo Bécquer
A solidão é muito bela,
Ernest Hemingway
Todo o homem termina a
César Vallejo
LXXV Estais mortos
Estais mortos.
Que estranha maneira de estar mortos. Quem quer que seja diria que não o estais. Mas, na verdade, estais mortos.
Flutuais nadamente por trás dessa membrana que, pêndulo do zénite ao nadir, vem e vai de crepúsculo a crepúsculo, vibrando diante da sonora caixa de uma ferida que não vos dói. Digo-vos, pois, que a vida está no espelho, e que sois o original, a morte.
Enquanto a onda vai, enquanto a onda vem, quão impunemente se está morto. Só quando as águas se quebram, nas margens enfrentadas e se dobram e dobram, então transfigurai-vos e, julgando morrer, descobris a sexta corda que já não é vossa.
Estais mortos, não tendo nunca antes vivido. Quem quer que seja diria que, não sendo agora, fosses em outro tempo. Mas, em verdade, vós sois os cadáveres de uma vida que nunca foi. Triste destino. O não ter sido senão mortos sempre. O ser folha seca sem ter sido verde jamais.
Orfandade de orfandades.
E contudo, os mortos não são, não podem ser cadáveres de uma vida que ainda não viveram. Morreram sempre de vida.
Estais mortos.
Juan Gelman
Amar-te é isto...
uma palavra que está por dizer
Martin Luther King Jr.
Pela violência você pode matar
Voltaire
Não é aos homens que
Machado de Assis
O tempo, que a tradição
Machado de Assis
Não há decepções possíveis para
Jiddu Krishnamurti
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