Lista de Poemas
Me queres
Se me queres,
Como queres?
É de querer como me queres?
Ou me queres só por querer?
Me queres a sorrir,
Feliz tu me queres,
Amando tu me queres
Sou amado por querer-me.
Do contrário,
Sofreria por te querer
Meu bem querer.
Porém,
Sei que me queres
Pois,
É meu o teu querer
Te quero como me queres
No luar me queres
Entre o coberto me queres
Com beijos e carinhos
Me queres,me queres, me queres.
Na saúde me queres
Me queres na doença
Na vida me queres
Até que a morte nos separe
Como queres?
É de querer como me queres?
Ou me queres só por querer?
Me queres a sorrir,
Feliz tu me queres,
Amando tu me queres
Sou amado por querer-me.
Do contrário,
Sofreria por te querer
Meu bem querer.
Porém,
Sei que me queres
Pois,
É meu o teu querer
Te quero como me queres
No luar me queres
Entre o coberto me queres
Com beijos e carinhos
Me queres,me queres, me queres.
Na saúde me queres
Me queres na doença
Na vida me queres
Até que a morte nos separe
Tchoroco Záfenat
👁️ 3 286
Gás Irritante
Eita catinga desgraçada!
Esse além de podre ta morto e não sabe.
Vai danado, comece carne de urubu,
Ou repolho azedo do ano passado?
Nesse elevador só sai vivo se estiver com o nariz entupido
ou vier doutro planeta.
Esse é um gás infernal
Não é natural
Dar raiva, náusea, dor de cabeça e muito mais.
Tudo muito imoral
Tem gás com perfil.
O tímido é caladinho e perigoso
Na suspeita deixa uns mil
O escandaloso, grita, esperneia
Preocupado fica uns mil
E muitas vezes é cão que ladra mais não morde
Gás obscuro que vagueia pelo ar
Polui o ambiente
Penetra nas narinas
E nos deixa um pesar
De cheirar aquele gás que não saiu do meu sentar.
Esse além de podre ta morto e não sabe.
Vai danado, comece carne de urubu,
Ou repolho azedo do ano passado?
Nesse elevador só sai vivo se estiver com o nariz entupido
ou vier doutro planeta.
Esse é um gás infernal
Não é natural
Dar raiva, náusea, dor de cabeça e muito mais.
Tudo muito imoral
Tem gás com perfil.
O tímido é caladinho e perigoso
Na suspeita deixa uns mil
O escandaloso, grita, esperneia
Preocupado fica uns mil
E muitas vezes é cão que ladra mais não morde
Gás obscuro que vagueia pelo ar
Polui o ambiente
Penetra nas narinas
E nos deixa um pesar
De cheirar aquele gás que não saiu do meu sentar.
Tchoroco Záfenat
👁️ 2 260
Abstrato
Meus olhos brilham ao ouvir,
Meu coração lati aos cantos
Meus olhos brilham ao ouvir
Minha boca sempre te olhando.
Fico no tempo
Admirando os momentos,
Em que pego de repente,
Minha boca a te mirar.
Meus olhos escuta
O meu nariz falar,
Que meus ouvidos sentem,
Minha pele a te cheirar.
Meus sentidos sentem
Ciúmes um do outro
Quando estou do teu lado.
Pois é um te ouvindo,
Um a te sentir,
Um a te cheirar,
Um outro a te falar,
E a boca que não para de te olhar.
Nem pétalas ou cereja
Nem água fresca ou melodias
E nem mesmo ainda uma linda paisagem!
Fará meu coração abrandar o que sinto por te.
Só Deus compreende
Junto a Jesus
O que aqui no peito,
Nem a natureza traduz.
É forte demais para um homem,
Complicado de se entender,
E simples demais para “Deus”
Tamanha força deste abstrato
Que ele nos deu.
Meu coração lati aos cantos
Meus olhos brilham ao ouvir
Minha boca sempre te olhando.
Fico no tempo
Admirando os momentos,
Em que pego de repente,
Minha boca a te mirar.
Meus olhos escuta
O meu nariz falar,
Que meus ouvidos sentem,
Minha pele a te cheirar.
Meus sentidos sentem
Ciúmes um do outro
Quando estou do teu lado.
Pois é um te ouvindo,
Um a te sentir,
Um a te cheirar,
Um outro a te falar,
E a boca que não para de te olhar.
Nem pétalas ou cereja
Nem água fresca ou melodias
E nem mesmo ainda uma linda paisagem!
Fará meu coração abrandar o que sinto por te.
Só Deus compreende
Junto a Jesus
O que aqui no peito,
Nem a natureza traduz.
É forte demais para um homem,
Complicado de se entender,
E simples demais para “Deus”
Tamanha força deste abstrato
Que ele nos deu.
Tchoroco Záfenat
11/04/03- Campina Grande-PB
👁️ 1 987
Re-lances
Teus olhos nos meus
Meus olhos nos teus
Uma loucura,
Uma sensação indescritível.
A corpo a tremer,
O coração a bater
O sangue a ferver nas veias
Os nervos a flor da pele.
Entre o teu e o meu olhar
Vejo o mundo passar
Os anjos a cantar
Canções infalíveis de amor
Vejo também estrelas coroando o céu
A noiva de prata e o astro rei a se beijar
E uma fonte energética cosmolar
A nos rodear.
Em re-lances,
Meu olhar em tua boca
Teu olhar em minha boca
Faz nascer-nos uma vontade louca
De beijar-nos na boca
Em seguida fazer cantar o “ roxinol “
Inspirado nesse beijar teu e meu.
Já o cosmo de nossos corpos
Em metamorfose uni nossos desejos.
E nas plumas celestiais
Nossos corpos entrelaçados
Sob as mais altas dimensões amorosas.
Pouco a pouco
Mão na mão
Aterrisamo-nos na terra
Beijinhos e palavras
Despedimos um do outro
Já na saudade e na espera,
De mais uma vez, ver-nos.
Meus olhos nos teus
Uma loucura,
Uma sensação indescritível.
A corpo a tremer,
O coração a bater
O sangue a ferver nas veias
Os nervos a flor da pele.
Entre o teu e o meu olhar
Vejo o mundo passar
Os anjos a cantar
Canções infalíveis de amor
Vejo também estrelas coroando o céu
A noiva de prata e o astro rei a se beijar
E uma fonte energética cosmolar
A nos rodear.
Em re-lances,
Meu olhar em tua boca
Teu olhar em minha boca
Faz nascer-nos uma vontade louca
De beijar-nos na boca
Em seguida fazer cantar o “ roxinol “
Inspirado nesse beijar teu e meu.
Já o cosmo de nossos corpos
Em metamorfose uni nossos desejos.
E nas plumas celestiais
Nossos corpos entrelaçados
Sob as mais altas dimensões amorosas.
Pouco a pouco
Mão na mão
Aterrisamo-nos na terra
Beijinhos e palavras
Despedimos um do outro
Já na saudade e na espera,
De mais uma vez, ver-nos.
Tchoroco Záfenat
👁️ 2 504
Companheiro de caminhada
Caminhei na rua
Caminhei na praça
E numa destas caminhadas
Tomei banho de chuva
Percebi então o teu estado
Doente,resfriado e encharcado.
Tossia como tuberculoso
Seu coro rachava e abria.
Boca aberta,língua de fora
Mal hálito exalando,
Não há mais condições
Meu pobre sapatinho!
Tchoroco Záfenat
Baia da Traição – PB 08/12/07
Caminhei na praça
E numa destas caminhadas
Tomei banho de chuva
Percebi então o teu estado
Doente,resfriado e encharcado.
Tossia como tuberculoso
Seu coro rachava e abria.
Boca aberta,língua de fora
Mal hálito exalando,
Não há mais condições
Meu pobre sapatinho!
Tchoroco Záfenat
Baia da Traição – PB 08/12/07
👁️ 3 268
No jardim uma flor (Para o dia das mulheres)
De um sorriso simples e inocente
O coração logo tã ta
Faz sofrer loucamente
Um homem sã.
Não tem desejo que resista
A um olhar tão puro e verdadeiro
E pergunta a cientista:
Será mesmo de um arqueiro?
Não existe flecha nem cupido
O que existe é uma flor
Que trás como destinado
O dom do amor.
É uma flor,Maria da penha, Raquel...
É uma rosa,Lourdes,Lityeska...
É ainda Fernanda, Ana e Isabel...
E também Núbia, Vanessa e Valeska...
Que faz valer-se do seu valor
De ser linda e charmosa como quer
No jardim do amor
Uma flor chamada mulher.
O coração logo tã ta
Faz sofrer loucamente
Um homem sã.
Não tem desejo que resista
A um olhar tão puro e verdadeiro
E pergunta a cientista:
Será mesmo de um arqueiro?
Não existe flecha nem cupido
O que existe é uma flor
Que trás como destinado
O dom do amor.
É uma flor,Maria da penha, Raquel...
É uma rosa,Lourdes,Lityeska...
É ainda Fernanda, Ana e Isabel...
E também Núbia, Vanessa e Valeska...
Que faz valer-se do seu valor
De ser linda e charmosa como quer
No jardim do amor
Uma flor chamada mulher.
Tchoroco Záfenat
👁️ 2 144
Quando finar-se
Quando eu me extinguir
Não quero choros de fim,pois.
Nessa hora prefiro aplausos,
Demostração de agrado a um vencedor,
Que venceu muitos desafios e obstáculos.
Quando por algum motivo,
O criador resolver separar-me
Em “dois” e plantar levando novamente
A terra, a carne, não quero gotículas salgadas
E cristalinas lamentáveis,mas sim,
Lágrimas de graças,por tudo que conseguir.
Quando o inicio chegar ao fim,
Por favor não lamente
É o fim se iniciando.
Então lá na reunião marcada pelo destino
Não quero choro,mas lacrimação de felicidade
É bem vindas, quero muitos sorrisos,
Elogios públicos,aperto de mãos,abraços,lindas canções
Se possível uma boa festa,pois não foi em vão,
A minha estada.
Quando a hora chegar de simplesmente
Na visão de cada um a carne sumir,
Então,sem dor estarei a esperar
Com muito amor, cada rosa
Cada flor que juntos ao lençol
De pó a pó irá me cobrindo
E não quero lamento,
Quero afeto de cada um,
Todos de mãos dadas,
Cantando e agradecendo a Deus por tudo.
Não quero choros de fim,pois.
Nessa hora prefiro aplausos,
Demostração de agrado a um vencedor,
Que venceu muitos desafios e obstáculos.
Quando por algum motivo,
O criador resolver separar-me
Em “dois” e plantar levando novamente
A terra, a carne, não quero gotículas salgadas
E cristalinas lamentáveis,mas sim,
Lágrimas de graças,por tudo que conseguir.
Quando o inicio chegar ao fim,
Por favor não lamente
É o fim se iniciando.
Então lá na reunião marcada pelo destino
Não quero choro,mas lacrimação de felicidade
É bem vindas, quero muitos sorrisos,
Elogios públicos,aperto de mãos,abraços,lindas canções
Se possível uma boa festa,pois não foi em vão,
A minha estada.
Quando a hora chegar de simplesmente
Na visão de cada um a carne sumir,
Então,sem dor estarei a esperar
Com muito amor, cada rosa
Cada flor que juntos ao lençol
De pó a pó irá me cobrindo
E não quero lamento,
Quero afeto de cada um,
Todos de mãos dadas,
Cantando e agradecendo a Deus por tudo.
Tchoroco Záfenat
👁️ 2 381
Entre Garfo e Faca
A barriga aperta
Eu tenho sede
Olhos no espelho e não tem pão
Vejo uma lágrima
Entre garfo e faca
Alimentando meu irmão
A barriga aperta
Eu tenho sede
Bebo um pouco dágua
Pra matar a minha fome
Não quero dormir no chão
por isso te peço um pão
Amigo tenho sede
por favor me dê um pão
Vou buscando forças
Em minhas fraquezas
E a alguém eu peço pão
Para saciar-nos
Uma grande sede
Minha e também de meu irmão.
Eu tenho sede
Olhos no espelho e não tem pão
Vejo uma lágrima
Entre garfo e faca
Alimentando meu irmão
A barriga aperta
Eu tenho sede
Bebo um pouco dágua
Pra matar a minha fome
Não quero dormir no chão
por isso te peço um pão
Amigo tenho sede
por favor me dê um pão
Vou buscando forças
Em minhas fraquezas
E a alguém eu peço pão
Para saciar-nos
Uma grande sede
Minha e também de meu irmão.
Tchoroco Záfenat
👁️ 1 688
La Basura
Lo que te sirvió en El pasado
Hoy no te sirve más,
Resto del pan, sobras del aguas
Por tú rechazado,
Empujado por una escoba,
Cosechado por una pala,
Jugados en mi mesa.
Lo que no te sirve,
Alimenta mi sudor,
Lo que no me sirve hace sudar,
Otro cuerpo en el polvo de mi escoba.
Mimote y el pan pongome
Pongote a la mesa,
En dia de grandeza.
El papel que a-masas,
La hidráulica que quiebras
La má(la)-quina sin función
Es meta-morfo-sis de tú basura
Transformándose en mi pan.
Del pan nuestro, de grano en grano,
De cada día mi sustento.
Oro por tú que hace basura,
Para agradecer el picnic.
Bella tarde de sol,
Sentome al solo y sirvome,
Manzana dañada, carne-sentida,
Nutrí á mi, á mi perro,
Y a la hormiga que mordí.
En la tuya mesa tienes abundancia,
Y en mi mesa falta abundancia,
Y de tanta falta, sólo me falta
Un infarte en la mía creatura,
Pues me falta vitamina,
Me falta higiene
En esta mía caminada durable.
Tchoroco Záfenat
12-13/04/2010
👁️ 2 138
Entre o passado e o futuro
Devastando tudo
Estou à frente dos anos
Mas estou parado.
Nunca estive em primeiro
Jamais fui o derradeiro
Os anos chegam devagar
E permaneço neste lugar.
São navalhas,
Marcam minha pele,
São recordações
Que me repele.
Escrevem minhas vitórias
Relatam minhas derrotas,
Neles faço histórias
Implodindo-me de esperança
Com os anos fui inocentado,
Vitalício, juvenil,
Com os anos fui acusado,
Perdi La juventude não sou mais viril.
Tchoroco Záfenat
👁️ 1 733
Comentários (0)
Iniciar sessão
ToPostComment
NoComments
1980
* Nasce em Campína Grande/PB
1990
* Firma residencia por 10 anos em Juazeiro do Norte/CE
1994
* Inicia seus estudos numa escola municipal de J. do Norte/CE
1998
* Inicia carreira de ator na escola estadual (em Juazeiro do Norte/CE)
2000
* Participa do projeto Leitura encenada com o texto: "O Assassinato do anão do caralho grande" de Plinio Marcos, direção de Gil Grangeiro com a Cia de Artes Contemporânea. em Juazeiro do Norte e Crato/CE.
* Participa do Festal com o espetáculo Padre cicero - direção de André de Andrade em Juazeiro do Norte e Fortaleza/CE.
* Pública no semanal "O Quatro" em Juazeiro do Norte/CE, os seguintes Poemas:
-Educação não é para qualquer um. ano III nº 133
-Resolvendo problemas. ano III nº 130
-A Outra Face. ano III nº 126
-Lágrimas e dor. ano III nº 120
-BRASIL 500 e H2O. Ano III nº 115
-Meus direitos. Ano III nº 111
-Quem sou eu? ano III nº 107
2001
* Escreveu, dirigiu e atuou em seu primeiro texto teatral ("Meu pai virou homem") com o Grupo a Outa Face
* Participou do CEJ (Centro Estudantil Juazeirense) Na qualidade de Colaborador do departamento de Cultura.
2002
* Passa a fazer parte do Grupo de Teatro Heureca parceiro do SESI/PB, onde permanece atualmente. Ver site www.grupoheureca.com.br
http//:Gtheureca.tripod.com.br
2003
* Criou e Redigiu o folhetim informativo (Se liga na noticia!) do grêmio livre estudantil: VISÃO CRÍTICA em Barra de Santana/PB
* Pública no semanal "Se liga na noticia!" em Barra de Santana/PB, os seguintes Poemas:
-Inicio para o Fim. ano I nº 2
-O sonho. ano I nº 3
-Cara e coroa. ano I nº 4/5
-Tempo. ano I nº 5
-Natal. ano I nº 12
2004
* Atua e Dirigi o monologo: Bandeira Vermelha de autoria de Josimar Alves.
* Pública no semanal "Se liga na noticia!" em Barra de Santana/PB, os seguintes Poemas:
-Amigo meu. ano II nº 2
2006
* Participou do Festival de Inverno de Campina Grande/PB na qualidade de Coordenador do Palco do Teatro Rosil Cavalcante.
2007
* Participou do festival de Inverno de Campina Grande/PB na qualidade de Assessor da mostra de teatro.
2008
* Pública seu primeiro artigo cientifico ("O Teatro do Nosso e do Imaginário dos Outros") na XIV semana de Letras - UEPB/Campina Grande/PB.
* Começa sua graduação de Letras com Licenciatura em Lingua espanhola, pela UEPB em Campina Grande/PB
* Lecionou Teatro para o grupo da terceira idade do SESI/PB em Campina Grande/PB
2009
* Publica o artigo: "Las prácticas de enseñanza de la lengua española" na I Jornada de estudios hispánicos del brejo paraíbano, pela UEPB - em Guarabira/PB
* Publica o artigo: "Incentivo da Literatura Machadiana em Sala de Aula, no Encontro Machado de Assis: O bruxo da Linguagem, Pela UEPB - Campina Grande/PB
* Publica o artigo: "Formas distintas de abordar a literatura machadiana, no Encontro Machado de Assis: O bruxo da Linguagem, Pela UEPB - Campina Grande/PB
* Recebe menção honrosa por sua participação no XIII concurso Nacional de Poesia "Castro Alves" em São Paulo/SP
* Lecionou Teatro para o grupo da terceira idade do SESI/PB em Campina Grande/PB
* Participou do I Jornada de Estudios Hispánicos del Brejo Paraíbano em Guarabira/PB na qualidade de Colaborador.
* Nasce em Campína Grande/PB
1990
* Firma residencia por 10 anos em Juazeiro do Norte/CE
1994
* Inicia seus estudos numa escola municipal de J. do Norte/CE
1998
* Inicia carreira de ator na escola estadual (em Juazeiro do Norte/CE)
2000
* Participa do projeto Leitura encenada com o texto: "O Assassinato do anão do caralho grande" de Plinio Marcos, direção de Gil Grangeiro com a Cia de Artes Contemporânea. em Juazeiro do Norte e Crato/CE.
* Participa do Festal com o espetáculo Padre cicero - direção de André de Andrade em Juazeiro do Norte e Fortaleza/CE.
* Pública no semanal "O Quatro" em Juazeiro do Norte/CE, os seguintes Poemas:
-Educação não é para qualquer um. ano III nº 133
-Resolvendo problemas. ano III nº 130
-A Outra Face. ano III nº 126
-Lágrimas e dor. ano III nº 120
-BRASIL 500 e H2O. Ano III nº 115
-Meus direitos. Ano III nº 111
-Quem sou eu? ano III nº 107
2001
* Escreveu, dirigiu e atuou em seu primeiro texto teatral ("Meu pai virou homem") com o Grupo a Outa Face
* Participou do CEJ (Centro Estudantil Juazeirense) Na qualidade de Colaborador do departamento de Cultura.
2002
* Passa a fazer parte do Grupo de Teatro Heureca parceiro do SESI/PB, onde permanece atualmente. Ver site www.grupoheureca.com.br
http//:Gtheureca.tripod.com.br
2003
* Criou e Redigiu o folhetim informativo (Se liga na noticia!) do grêmio livre estudantil: VISÃO CRÍTICA em Barra de Santana/PB
* Pública no semanal "Se liga na noticia!" em Barra de Santana/PB, os seguintes Poemas:
-Inicio para o Fim. ano I nº 2
-O sonho. ano I nº 3
-Cara e coroa. ano I nº 4/5
-Tempo. ano I nº 5
-Natal. ano I nº 12
2004
* Atua e Dirigi o monologo: Bandeira Vermelha de autoria de Josimar Alves.
* Pública no semanal "Se liga na noticia!" em Barra de Santana/PB, os seguintes Poemas:
-Amigo meu. ano II nº 2
2006
* Participou do Festival de Inverno de Campina Grande/PB na qualidade de Coordenador do Palco do Teatro Rosil Cavalcante.
2007
* Participou do festival de Inverno de Campina Grande/PB na qualidade de Assessor da mostra de teatro.
2008
* Pública seu primeiro artigo cientifico ("O Teatro do Nosso e do Imaginário dos Outros") na XIV semana de Letras - UEPB/Campina Grande/PB.
* Começa sua graduação de Letras com Licenciatura em Lingua espanhola, pela UEPB em Campina Grande/PB
* Lecionou Teatro para o grupo da terceira idade do SESI/PB em Campina Grande/PB
2009
* Publica o artigo: "Las prácticas de enseñanza de la lengua española" na I Jornada de estudios hispánicos del brejo paraíbano, pela UEPB - em Guarabira/PB
* Publica o artigo: "Incentivo da Literatura Machadiana em Sala de Aula, no Encontro Machado de Assis: O bruxo da Linguagem, Pela UEPB - Campina Grande/PB
* Publica o artigo: "Formas distintas de abordar a literatura machadiana, no Encontro Machado de Assis: O bruxo da Linguagem, Pela UEPB - Campina Grande/PB
* Recebe menção honrosa por sua participação no XIII concurso Nacional de Poesia "Castro Alves" em São Paulo/SP
* Lecionou Teatro para o grupo da terceira idade do SESI/PB em Campina Grande/PB
* Participou do I Jornada de Estudios Hispánicos del Brejo Paraíbano em Guarabira/PB na qualidade de Colaborador.
Português
English
Español