Biografia
Escrevo por hobbie
Lista de Poemas
Total de poemas: 4
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Inspiração???
Refutando sobre a escritura
Procuro uma inspiração
Para colocar em simples palavras
o que se passa em meu coração
Coração O que mais é alem de uma monótona canção
Tumtun Tuntum Tumtun ritmo sangrento de agitação
É a mente que monta as palavras e da sentido a nossa visão
Só uma questão de percepção a coesão depende dessa decisão
Nada... simplesmente um enorme vazio
Muitas vezes é isso que quero escrever
Mas como se põe o vazio em palavras ?
É diferente de tudo que posso descrever
Inspiração... chega ser uma grande ironia
Que sua falta tenha servido para criar esta metalinguagem
Sem métrica nem estética apenas rimas poéticas
Vou ficar por aqui então... procurando... esperando por alguma inspiração
Procuro uma inspiração
Para colocar em simples palavras
o que se passa em meu coração
Coração O que mais é alem de uma monótona canção
Tumtun Tuntum Tumtun ritmo sangrento de agitação
É a mente que monta as palavras e da sentido a nossa visão
Só uma questão de percepção a coesão depende dessa decisão
Nada... simplesmente um enorme vazio
Muitas vezes é isso que quero escrever
Mas como se põe o vazio em palavras ?
É diferente de tudo que posso descrever
Inspiração... chega ser uma grande ironia
Que sua falta tenha servido para criar esta metalinguagem
Sem métrica nem estética apenas rimas poéticas
Vou ficar por aqui então... procurando... esperando por alguma inspiração
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Sem Titulo(por minha escolha)
A gota se estilhaça repetidamente
O ponteiro ignora o fluxos da gente
Dia vira noite e o novo envelhece
Mas a gaiola é sempre a mesma
Nada de novo acontece
Vem a chuva, vem o sol, vem a lua e as estrelas
Planetas nascem e morrem junto a meteoros e cometas
Um seculo pode ser muito para quem está junto aos grilhões
Mas o universo só trabalha com escala de milhões
Oh tempo, hediondo tempo Porque cospe em nossos feitos
Porque torna obsoleto o que com tanto suor foi feito
Oh vida bela mentira!! De que adianta a existência
Se o final é sempre o mesmo VERMES TERRA inexistência
Mesmo assim todos se mantem em suas rotinas fúteis
Fazendo planos e metas que no fim são todas inúteis
Assim como esses versos jogados em telas vazias
Que um dia serão esquecidos por seu autor pelas memórias frias
O ponteiro ignora o fluxos da gente
Dia vira noite e o novo envelhece
Mas a gaiola é sempre a mesma
Nada de novo acontece
Vem a chuva, vem o sol, vem a lua e as estrelas
Planetas nascem e morrem junto a meteoros e cometas
Um seculo pode ser muito para quem está junto aos grilhões
Mas o universo só trabalha com escala de milhões
Oh tempo, hediondo tempo Porque cospe em nossos feitos
Porque torna obsoleto o que com tanto suor foi feito
Oh vida bela mentira!! De que adianta a existência
Se o final é sempre o mesmo VERMES TERRA inexistência
Mesmo assim todos se mantem em suas rotinas fúteis
Fazendo planos e metas que no fim são todas inúteis
Assim como esses versos jogados em telas vazias
Que um dia serão esquecidos por seu autor pelas memórias frias
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Águas Calmas
Navegando em águas vazias
o oceano me engole pelas ondas
silencioso com as margens sombrias
meu navio vaga pela tormenta
Não é de ferro nem de barro
não é de madeira nem de papel
meu navio é feito de vento
o vento da manhã que acorda as almas
Vou tranquilo na suave brisa que me toca
enquanto descanso aguardando calmamente
pelo dia que o horizonte azul não seja
mas sim da cor da aurora no poente
Quando me recosto pela proa uma águia vem a mim
ela ouve meu monólogo e depois voa rumo aos céus
seu olhar misterioso não consigo desvendar
e seu silencio tenebroso faz a noite despertar
Vou vagando pelas águas procurando um destino
todo dia eu e a águia nos encontramos a sós
nos seguimos calmamente em ritmo nada veloz
as vezes sinto levemente uma sensação de resposta
mas também sei que essa verdade não será facilmente exposta
Eu lhe peço ó águia amiga
não suma nos céus novamente
seja minha companhia
nesse oceano decadente
Agora juntos cantemos
a esse céu cheio de estrelas
nossas preces e desejos
compartilhando histórias para apagar incertezas
o oceano me engole pelas ondas
silencioso com as margens sombrias
meu navio vaga pela tormenta
Não é de ferro nem de barro
não é de madeira nem de papel
meu navio é feito de vento
o vento da manhã que acorda as almas
Vou tranquilo na suave brisa que me toca
enquanto descanso aguardando calmamente
pelo dia que o horizonte azul não seja
mas sim da cor da aurora no poente
Quando me recosto pela proa uma águia vem a mim
ela ouve meu monólogo e depois voa rumo aos céus
seu olhar misterioso não consigo desvendar
e seu silencio tenebroso faz a noite despertar
Vou vagando pelas águas procurando um destino
todo dia eu e a águia nos encontramos a sós
nos seguimos calmamente em ritmo nada veloz
as vezes sinto levemente uma sensação de resposta
mas também sei que essa verdade não será facilmente exposta
Eu lhe peço ó águia amiga
não suma nos céus novamente
seja minha companhia
nesse oceano decadente
Agora juntos cantemos
a esse céu cheio de estrelas
nossas preces e desejos
compartilhando histórias para apagar incertezas
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A Mensagem do Reflexo
Toda vez que deparo diante do espelho ele esta lá, aquele rosto vazio um olhar estranho de alguém tem muito que contar.
Me sento em uma mesa e eu vejo os seus rostos tão idênticos ao meu, eu imploro a todos meus fantasmas as repostas pra sair desse labirinto.
Porem quando eu paro, continuam em silencio observando como se não existissem.
Muitas vezes eu mudei e cada mudança é um rei cada rei tem um castelo que só segue uma lei.
Eu entro minha mente e o que vejo é um império com milhares de castelos, eu tento conta-los pedir sua misericórdia mesmo com tantas tentativas nenhum deles abre a porta.
Eu corro pelos vales obscuros do delírio que sussurra minha ruina de existência, pq lá no fundo eu sei que um império de verdade não pode ter mais de um rei.
Chega uma hora que isso que isso cansa que dane vou levar tudo isso pro inferno, pensamentos enviados do meu subconsciente me conduzem a cair no abismo eterno
Vários rostos varias vozes, mas apenas um ser cada qual um sentimento destinado a me corromper
Todo dia pego minhas tempestades e as disfarço como nuvens bem tranquilas na manhã ensolarada, todo dia acumulo a fúria de meus oceanos na bebida que acalma minha alma.
Eu bebo desse amor dessa bondade dessa fúria que preenche minhas veias eu bebo em gargalos desespero esperança a justiça, a alegria e a tristeza eu bebo mais e mais em ritmo frenético a confusão e a ternura que rodeia eu bebo todo esse ódio essa frieza e esse vazio que consome eu viro todo copo até que as gotas de calma e indiferença se esgotarem
Eu por fim eu sigo nesse teatro onde por ironia sou minha própria marionete e as pessoas não percebem que finjo estar normal, mas no fundo na verdade minha luta é insuportável para manter o meu vazio dentro mim, mas eu temo que esteja se aproximando a hora de meu inevitável fim
Mesmo assim minha estupida esperança ainda brota esperando que alguém me nessa cela abra porta, mas meu lado consciente vê que a verdade é que estou morto em certeza absoluta, nem me recordo em momento de minha história destruí minha existência, não me lembro a partir de qual momento que deixei de sentir minha consciência.
Quando eu paro em meu vazio isolado de solidão não quero nada que não simplesmente sumir, mas ai as vozes surgem gritando e se contradizendo e me forcando a seguir, como uma besta apocalíptica que quer se libertar gritos que vem da alma querendo se espalhar, se eu não for forte isso vai me dominar e antes que isso me aconteça eu prefiro me matar.
Vagando na escuridão ainda não sei pra onde ir, não há rotas existentes para que eu possa fugir, preciso de ajuda pois senão eu vou cair , preciso pensar em antes de deixar de existir.
Me sento em uma mesa e eu vejo os seus rostos tão idênticos ao meu, eu imploro a todos meus fantasmas as repostas pra sair desse labirinto.
Porem quando eu paro, continuam em silencio observando como se não existissem.
Muitas vezes eu mudei e cada mudança é um rei cada rei tem um castelo que só segue uma lei.
Eu entro minha mente e o que vejo é um império com milhares de castelos, eu tento conta-los pedir sua misericórdia mesmo com tantas tentativas nenhum deles abre a porta.
Eu corro pelos vales obscuros do delírio que sussurra minha ruina de existência, pq lá no fundo eu sei que um império de verdade não pode ter mais de um rei.
Chega uma hora que isso que isso cansa que dane vou levar tudo isso pro inferno, pensamentos enviados do meu subconsciente me conduzem a cair no abismo eterno
Vários rostos varias vozes, mas apenas um ser cada qual um sentimento destinado a me corromper
Todo dia pego minhas tempestades e as disfarço como nuvens bem tranquilas na manhã ensolarada, todo dia acumulo a fúria de meus oceanos na bebida que acalma minha alma.
Eu bebo desse amor dessa bondade dessa fúria que preenche minhas veias eu bebo em gargalos desespero esperança a justiça, a alegria e a tristeza eu bebo mais e mais em ritmo frenético a confusão e a ternura que rodeia eu bebo todo esse ódio essa frieza e esse vazio que consome eu viro todo copo até que as gotas de calma e indiferença se esgotarem
Eu por fim eu sigo nesse teatro onde por ironia sou minha própria marionete e as pessoas não percebem que finjo estar normal, mas no fundo na verdade minha luta é insuportável para manter o meu vazio dentro mim, mas eu temo que esteja se aproximando a hora de meu inevitável fim
Mesmo assim minha estupida esperança ainda brota esperando que alguém me nessa cela abra porta, mas meu lado consciente vê que a verdade é que estou morto em certeza absoluta, nem me recordo em momento de minha história destruí minha existência, não me lembro a partir de qual momento que deixei de sentir minha consciência.
Quando eu paro em meu vazio isolado de solidão não quero nada que não simplesmente sumir, mas ai as vozes surgem gritando e se contradizendo e me forcando a seguir, como uma besta apocalíptica que quer se libertar gritos que vem da alma querendo se espalhar, se eu não for forte isso vai me dominar e antes que isso me aconteça eu prefiro me matar.
Vagando na escuridão ainda não sei pra onde ir, não há rotas existentes para que eu possa fugir, preciso de ajuda pois senão eu vou cair , preciso pensar em antes de deixar de existir.
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