Lista de Poemas
emotiva
Não sei o que quero
Nem o que espero
Vivo todos os dias
Sem aparente razão
Não tenho ninguém que me espere
Ninguém que valorize a desgraça
Que me consume e me amassa
Dia após dia sem descanso
Quanto mais viver me custa
Mais eu emotiva eu danço
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gótica de coração
Mesmo usando a mais viva cor
Sou a mais gótica
Não é preciso preto
É só preciso rancor
Ser gótica
É ser caótica no interior
Obscura e sem amor
Coração sombrio
Mesmo usando o mais ordinário branco
Serei sempre a mais gótica
A Mais confusa e psicótica
Estou interiormente ofuscada
Não importa o quanto esteja eu iluminada
Não há cura para o escuro do meu coração
Não há quem me valha
Não tenho possível salvação
Vivo em ilusão
Vivo sem conformação
Sou gótica de coração
Sou a mais gótica
Não é preciso preto
É só preciso rancor
Ser gótica
É ser caótica no interior
Obscura e sem amor
Coração sombrio
Mesmo usando o mais ordinário branco
Serei sempre a mais gótica
A Mais confusa e psicótica
Estou interiormente ofuscada
Não importa o quanto esteja eu iluminada
Não há cura para o escuro do meu coração
Não há quem me valha
Não tenho possível salvação
Vivo em ilusão
Vivo sem conformação
Sou gótica de coração
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Sem título
Entre a desgraça
surge na inconstânçia
por breves segundos
a felicidade que se opõem à ânsia
de te amar mesmo não querendo,
de te agarrar mesmo te temendo
E que importa se ele me beija
como se estivesse mergulhado na loucura da paixão
quando para ele o amor não passa de um fardo
que os solitários carregam para haver menos solidão
é algo para ele sem sentido e razão
dispensável ,irracional e fingido
para mim eterna mágoa por o ter compreendido
surge na inconstânçia
por breves segundos
a felicidade que se opõem à ânsia
de te amar mesmo não querendo,
de te agarrar mesmo te temendo
E que importa se ele me beija
como se estivesse mergulhado na loucura da paixão
quando para ele o amor não passa de um fardo
que os solitários carregam para haver menos solidão
é algo para ele sem sentido e razão
dispensável ,irracional e fingido
para mim eterna mágoa por o ter compreendido
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sem titulo
Queria ter uma mente banal
Feliz com o essencial
Pouco importada com a alma e o espiritual
Não vejo benefícios em assim ser
Ser assim só me priva de viver
Não sei o que se passou no meu intelecto
Sinto me usada
Sinto me um objeto
Usada por esta sociedade imoral
Estou desiludida e revoltada
Com a vida no geral
Feliz com o essencial
Pouco importada com a alma e o espiritual
Não vejo benefícios em assim ser
Ser assim só me priva de viver
Não sei o que se passou no meu intelecto
Sinto me usada
Sinto me um objeto
Usada por esta sociedade imoral
Estou desiludida e revoltada
Com a vida no geral
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Sem título
Se amasses
Amarias me ?
Se chorasses
Chorarias me ?
Disseste me para partir
Porque não aguentavas mais o meu sofrimento
Disseste me para ir
porque já não suportavas mais o meu lamento
Talvez por teres empatia,
Palavras são escassas
para expressar oque por ti sentia
Jamais entenderei a tua alma
Não que as almas sejam de entender
Não que as almas sejam de perceber
Mas não houve nada que me aproximasse
Nada que te fizesse meu
A tua dor que é minha também
Fez de mim refém
Porém continuo a desconhecer
O que tanto te impede e faz sofrer
Questiono como dei tudo
A alguém que no amor é mudo
Estou rota sem rota
Estou cansada de viver
Estou morta
Amarias me ?
Se chorasses
Chorarias me ?
Disseste me para partir
Porque não aguentavas mais o meu sofrimento
Disseste me para ir
porque já não suportavas mais o meu lamento
Talvez por teres empatia,
Palavras são escassas
para expressar oque por ti sentia
Jamais entenderei a tua alma
Não que as almas sejam de entender
Não que as almas sejam de perceber
Mas não houve nada que me aproximasse
Nada que te fizesse meu
A tua dor que é minha também
Fez de mim refém
Porém continuo a desconhecer
O que tanto te impede e faz sofrer
Questiono como dei tudo
A alguém que no amor é mudo
Estou rota sem rota
Estou cansada de viver
Estou morta
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Sem título
No dia em que morrer
O que haverá para valorizar ?
Nunca soube o que ser
Será que alguém nota no esforço
Que é pra mim viver ?
Se representar a minha vida num esboço
Desenharei me a arder
Todos têm pena
Da moça que sente demasiado
Todos dizem que passa
A dor que senti no passado
Todos me falam
Mas nenhum sente os traumas que tanto me abalam
Não me digam o que sentir
Sou sensível
Sou frágil , fácil de partir
Talvez previsível
As minhas queixas não mudam
Mas as feridas também não se curam
São fundas ,
Profundas
Mágoa ao olhar para trás
É como uma faca
A dor já não me incomoda
É me indiferente ,aliás
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Amanhã é outro dia
Deixa o choro
Acaba com o pranto
Mata essa dor que te arde no peito
Sorri a pensar no quanto ele te fez sorrir
Relembra todo o bem que já foi feito
Dorme e ignora a tristeza
Lembra te dele e da sua beleza
Adormece na covardia
Finge a felicidade
Ignora o quanto a vida é fria
Na esperança que amanhã seja outro dia
Acaba com o pranto
Mata essa dor que te arde no peito
Sorri a pensar no quanto ele te fez sorrir
Relembra todo o bem que já foi feito
Dorme e ignora a tristeza
Lembra te dele e da sua beleza
Adormece na covardia
Finge a felicidade
Ignora o quanto a vida é fria
Na esperança que amanhã seja outro dia
👁️ 274
Sem título
Não sei o que mais hei de pensar
Que linha tênue entre o que está certo ou errado
Estou revoltada,
Estou com o punho cerrado
Estou perdida
Tenho que me encontrar
É o que mais digo
É o que mais exijo
Talvez ainda não esteja na idade
Talvez me lamente por vaidade
Mas que desconforto
Não saber quem sou
Espírito morto
Alma desaparecida,
Voou
Que linha tênue entre o que está certo ou errado
Estou revoltada,
Estou com o punho cerrado
Estou perdida
Tenho que me encontrar
É o que mais digo
É o que mais exijo
Talvez ainda não esteja na idade
Talvez me lamente por vaidade
Mas que desconforto
Não saber quem sou
Espírito morto
Alma desaparecida,
Voou
👁️ 247
sem título
A arte é tão imensa
E eu insignificante
Perco me nela
Em cada instante
Sou imatura,
Sou insegura
Transbordo emoção e não sei aplicá la,
Sinto a raiva mas não sei pensá la
Não há esboço
O piano não o ouço
Música parou
Disco não gira
Menina de cantar deixou
Menina jamais sorrira
A menina naquele dia só chorou
E eu insignificante
Perco me nela
Em cada instante
Sou imatura,
Sou insegura
Transbordo emoção e não sei aplicá la,
Sinto a raiva mas não sei pensá la
Não há esboço
O piano não o ouço
Música parou
Disco não gira
Menina de cantar deixou
Menina jamais sorrira
A menina naquele dia só chorou
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Sem Título
Talvez me cruze com alguém com modos que realmente me agradem
Para se juntar a mim e às minhas desolações,
Às minha inúteis reflexões
Durante os longos invernos e repentinos verões
Partilharíamos cigarros
Pensamentos bizarros
Enumeraríamos cometidos erros passados
Falaríamos da arte
E talvez do amor
Falaria da dor que foi amar te
E do vazio que sinto desde de que decidi deixar-te
Para se juntar a mim e às minhas desolações,
Às minha inúteis reflexões
Durante os longos invernos e repentinos verões
Partilharíamos cigarros
Pensamentos bizarros
Enumeraríamos cometidos erros passados
Falaríamos da arte
E talvez do amor
Falaria da dor que foi amar te
E do vazio que sinto desde de que decidi deixar-te
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