Lista de Poemas

ALÉM DISSO E DAQUILO

Uma flor
Vários galhos
Um rio
Vários caminhos
[...] O velho da vila
Crianças tolas
Se afogam no medo e
Se perdem no início

Um oceano
Vários marés
Um coração
Vários sentimentos

[...] À culpa é dela
Ouviu-se a voz do interior
Mais àquela..
Revela o que sinto

Um homem
Várias almas
Um universo
Vários vivos

[...] Só há hipócrita
Nas mais profundas sombras
Um lugar injusto
Descreve a injustiça dos habitantes.
👁️ 460

Cor

Cor

Assim como o verde esperançoso...
Levar-me para frente
O preto doloroso
Lembra-me os antecedentes

Cor

Espalhas alegria
No inverno ou verão
De noite ao dia
Descartas em mim a solidão

Esclareces o amor
Das luz a noite
Das pura sorte
Frio e calor...
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A SEU BEL-PRAZER

Mostra-lhe o infinito
Tropeça a revés
Levá-lo contigo
Lhe ame outra vez

Abrace o seu ser
Seja seu eterno ser
Preencha seu coração de prazer
Seja à relíquia do museu do seu viver

A SEU BEL-PRAZER

Deixa que seja o aroma do seu café
Que seja o Ramalhete das suas flores
No mato o seu cabaré
Enfrentará suas dores

Que te sirva de sol
Nos dias mais escuros
Que o seu amor
Seja o despertador dos vossos erros

A SEU BEL-PRAZER
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NO CINZEIRO CINZENTO

Pontas de cigarro, mortas, sem vida
Filtros adormecidos, sonâmbulos, sem piada
Tabacarias pretas sem visão, cegos e mas nada

No cinzeiro cinzento
Tem seu corpo espalhado, empalhado
Ainda com seu cheiro, hortelã e maçã

Vejo sua alma no fumo que sobrou
Na aura da sala, do quarto e da varanda
No vazio que ficou

Sinto sua ausência, tão distante do perto
Naquele cinzeiro cinzento
Sem cor, verde, azul, amarelo

Joguei-os no mar
No ar
Joguei-os sem pensar...
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FLORES E OUTRAS MARAVILHAS

Saiu para passear
Andar por aí
Do belo contemplar

Cheirar as flores
Sentir o ar
Sentir o chão
Ver pássaros voar

Saiu pra ver o mundo
Amargamete se apaixonar
Na rua falar com tempo
Agradecer a vida e o vento


Saiu para dialogar
Com os animais
Com os insetos
Com as árvores
E vermes ajudar

Saiu para voltar
Foi pra regressar
De novo seu amor abraçar
Nos seus ouvidos confessar...

O quão é bom viver
Além de sofrer
Querer e poder
O desejo de aprender

O quão é lindo sentir
Toque da suas mãos
Assim como ouvir
O tic-tac do coração
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SEXO, PRAZER, AMOR E DESEJO

Os corpos submersos,
Flutuando no calor,
Corações suspensos,
Na física do amor...

Sente-se avareza das cortinas, a vergonha do sol no cântico das folhas, paredes surdas com seus gemidos, fechados entre paredes, o ar senti-se nostálgico...

Entre ambos vivia o amor de loucos,
paixão de tontos,
desejos sombrios,
era um amor próprio...

Mergulhados no pecado,
sem sentimentos,
Sexo era feito com à alma,
Chão frio despensamos a cama, carícias que rasgam a pele,
entre posições da lua,
peles pálida,
era nosso infinito tons de cinza...

Suspiros aqueciam o lugar,
sem se vir sem se ir,
lençóis a cor do altar,
pétalas a cair,
vermelhas e rosas, brancas narrando a prosa...

Luzes apagadas,
o sexo adora mistérios,
a mão era bússola
que guia o corpo inteiro.
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NÀ AVENIDA +244

A estrada ascendia pelas ruas
Mostrando suas listras brancas
Lá ia levando o verão
Transtornando a alma e coração

As árvores não dançavam
Congelara o sol e a lua
Não se ouvia o canto dos pássaros
Nem o miar dos gatos

O ar viajava no seu tom cinzento
Não se via nada além do do tempo
Além das marcas dos calçados velhos e...
... Os dedos grudados a vermelho

NÀ AVENIDA+244
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NÀ AVENIDA +244

A estrada ascendia pelas ruas
Mostrando suas listras brancas
Lá ia levando o verão
Transtornando a alma e coração

As árvores não dançavam
Congelara o sol e a lua
Não se ouvia o canto dos pássaros
Nem o miar dos gatos

O ar viajava no seu tom cinzento
Não se via nada além do do tempo
Além das marcas dos calçados velhos e...
... Os dedos grudados a vermelho

NÀ AVENIDA+244
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NÀ AVENIDA +244

A estrada ascendia pelas ruas
Mostrando suas listras brancas
Lá ia levando o verão
Transtornando a alma e coração

As árvores não dançavam
Congelara o sol e a lua
Não se ouvia o canto dos pássaros
Nem o miar dos gatos

O ar viajava no seu tom cinzento
Não se via nada além do do tempo
Além das marcas dos calçados velhos e...
... Os dedos grudados a vermelho

NÀ AVENIDA+244
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NÀ AVENIDA+244

A estrada ascendia pelas ruas
Mostrando suas listras brancas
Lá ia levando o verão
Transtornando a alma e coração

As árvores não dançavam
Congelara o sol e a lua
Não se ouvia o canto dos pássaros
Nem o miar dos gatos

O ar viajava no seu tom cinzento
Não se via nada além do do tempo
Além das marcas dos calçados velhos e...
... Os dedos grudados a vermelho

NÀ AVENIDA+244
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Comentários (4)

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solua_kuryos
2020-08-16

Obrigado irmão 10012019 ????

10012019
2020-08-16

Amei os teus poemas, irmão angolano!

solua_kuryos
2020-08-15

Obrigado mano. Anotei o seu comentário

jrunder
2020-08-15

O preto é tão lindo como qualquer outra cor. Mas vc , precisa entender isso. Escreva em quantas cores quiser.. Alma não tem cor..