EU E EU (SEM TU)
Não é que eu te odeie.
(você não vale o meu ódio)
Não tenho nenhum motivo pra te ver (e nem o quero).
Juro, em mim não há ressentimento,
Nem dor, nem saudade
Muito menos remorso ou maldade.
Não tenha uma ideia errada.
Só não desejo a tua presença,
As tuas mentiras...
As tuas lágrimas de crocodilo…
E muito menos esses teus sorrisos de promoção!
Mesmo sem saber (ou talvez saiba)
Você continua não me fazendo muito bem.
Teu toxismo junto ao meu
Numa dança mal ensaiada.
Nosso pôr-do-sol coberto por nuvens…
Nada disso se foi, te juro, só tu e eu ( e o nosso "amor").
Aqui, nesta multidão solitária,
Me recordo vagamente…
Noites, tardes e manhãs…
(em todas, você estava na minha cabeça)
Precipitada, cai no precipício ( em ti).
Paragrafei em verso minha decadência
Mas tu não deu importância a tal.
Ergui-me e me fiz fatal.
Nas minhas manhãs, tardes e noites…
No meu ritmo e minha escolha.
Sou eu e eu, nessa vida dura.
Somente nós dois Sem gênero ou qualquer fobia (e seus malditos prefixos)
Eu me faço eu
Nessa dança sob o sol poente.
Sem odio ou recentimento
Construindo e desconstruindo lentamente…
É maior do que você e eu, meu amor.
Em frente, a vante
Sinonimamente mais eu
Nesse caminho de brasa
A pele queima e dilacera
Veja, eu vou sem você
Eu sou, sem você
Assista a mim e eu
Até perceber que não há mais você.
Dedicatória: Eixão das 18h
Nayra S. Souz
(você não vale o meu ódio)
Não tenho nenhum motivo pra te ver (e nem o quero).
Juro, em mim não há ressentimento,
Nem dor, nem saudade
Muito menos remorso ou maldade.
Não tenha uma ideia errada.
Só não desejo a tua presença,
As tuas mentiras...
As tuas lágrimas de crocodilo…
E muito menos esses teus sorrisos de promoção!
Mesmo sem saber (ou talvez saiba)
Você continua não me fazendo muito bem.
Teu toxismo junto ao meu
Numa dança mal ensaiada.
Nosso pôr-do-sol coberto por nuvens…
Nada disso se foi, te juro, só tu e eu ( e o nosso "amor").
Aqui, nesta multidão solitária,
Me recordo vagamente…
Noites, tardes e manhãs…
(em todas, você estava na minha cabeça)
Precipitada, cai no precipício ( em ti).
Paragrafei em verso minha decadência
Mas tu não deu importância a tal.
Ergui-me e me fiz fatal.
Nas minhas manhãs, tardes e noites…
No meu ritmo e minha escolha.
Sou eu e eu, nessa vida dura.
Somente nós dois Sem gênero ou qualquer fobia (e seus malditos prefixos)
Eu me faço eu
Nessa dança sob o sol poente.
Sem odio ou recentimento
Construindo e desconstruindo lentamente…
É maior do que você e eu, meu amor.
Em frente, a vante
Sinonimamente mais eu
Nesse caminho de brasa
A pele queima e dilacera
Veja, eu vou sem você
Eu sou, sem você
Assista a mim e eu
Até perceber que não há mais você.
Dedicatória: Eixão das 18h
Nayra S. Souz