A Misteriosa Autonomia do Verso
O verso vem
nadando no azul
ou a bordo de um mistério.
Não me ouve
neste imenso mar,
mas sabe onde estou,
sabe como me encontrar.
O verso vem
nadando no azul
ou a bordo de um mistério.
Não me ouve
neste imenso mar,
mas sabe onde estou,
sabe como me encontrar.
Deixo-me à disposição do vento,
com as velas arvoradas a esperar
o seu sopro calmo de consentimento
para o dia certo de te encontrar.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.