Biografia
Sou Mora Morangos
Amadora
Recita versos sem pudor, às vezes de amor
ou o que dá na telha.
🍓🍓🍓🍓🍓🍓🍓🍓
Amadora
Recita versos sem pudor, às vezes de amor
ou o que dá na telha.
🍓🍓🍓🍓🍓🍓🍓🍓
Lista de Poemas
Total de poemas: 6
•
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Arco íris
Em uma exposição
Se via vagina em cada tela
O pintor fez uma rosa
Com as pétalas abertas
Um arco íris de buceta
No quadro maior
Preta
Rosa
Branca
Bege e marrom
Os homens sorriam
Por ver tanta xoxota
As mulheres queriam ver mesmo
É piroca
Esculturas podiam alisar
Sentiam os lábios
E o clitóris faziam os homens enxergar.
Mora Morangos
Se via vagina em cada tela
O pintor fez uma rosa
Com as pétalas abertas
Um arco íris de buceta
No quadro maior
Preta
Rosa
Branca
Bege e marrom
Os homens sorriam
Por ver tanta xoxota
As mulheres queriam ver mesmo
É piroca
Esculturas podiam alisar
Sentiam os lábios
E o clitóris faziam os homens enxergar.
Mora Morangos
👁️ 69
👍 1
Divórcio
Eu não o amo mais!
Eu também não...
Devemos nos separar: Sim...
Arrumando as malas
As roupas são lembranças
Das noites que passamos feito crianças,
As manchinhas de tomate
Dos rodízios de pizza
As canecas com nossas fotos
As marcas na casa de brigas,
Somos duas rosas espinhosas
Tentando se abraçar
O nosso cheiro emana um perfume
Que é difícil desgrudar,
Na cama somos um,
O sexo é vulgar
Nossos orgasmos se completam
Ambos ficam sem ar,
E a cria que tivemos
Como vamos combinar
Você fica com ela nos fins de semana
Pra eu estudar?
Os anos juntos valeram a pena?
Os erros foram perdoados?
Seremos amigos um dia?
Ou ficaremos isolados?
Um abraço de despedida
Um beijo acabamos por dar
Acordamos na cama
Depois de trepar.
A paz reina por um tempo
Depois o caos vem visitar,
Vivemos em constante
Idas e vindas
Quem mais se machuca
É quem estamos a carregar.
Mora Morangos
Eu também não...
Devemos nos separar: Sim...
Arrumando as malas
As roupas são lembranças
Das noites que passamos feito crianças,
As manchinhas de tomate
Dos rodízios de pizza
As canecas com nossas fotos
As marcas na casa de brigas,
Somos duas rosas espinhosas
Tentando se abraçar
O nosso cheiro emana um perfume
Que é difícil desgrudar,
Na cama somos um,
O sexo é vulgar
Nossos orgasmos se completam
Ambos ficam sem ar,
E a cria que tivemos
Como vamos combinar
Você fica com ela nos fins de semana
Pra eu estudar?
Os anos juntos valeram a pena?
Os erros foram perdoados?
Seremos amigos um dia?
Ou ficaremos isolados?
Um abraço de despedida
Um beijo acabamos por dar
Acordamos na cama
Depois de trepar.
A paz reina por um tempo
Depois o caos vem visitar,
Vivemos em constante
Idas e vindas
Quem mais se machuca
É quem estamos a carregar.
Mora Morangos
👁️ 124
👍 1
Primitivo
Os meus olhos
Te vêem como
Um animal
Pela nuca erguo tua face,
Minha língua lambi tuas orelhas,
Nossas mãos se puxam,
Na mata,
A metamorfose
Nos encontra,
Taças de vinho bebemos pra nos libertar
Da nossa antiga forma,
Nossas roupas rasgamos
Beijos lambidos
No balançar das caldas,
Nossos sons proferidos como duas onças,
Tuas unhas deslizam as minhas costas
Sua vulva coberta por um manto negro
Me encaixo em tuas costas,
E me perco
Na escuridão do meio das tuas pernas,
Gritos selvagens me cega
Não sou mais eu,
Urra,
por trás te pego com força,
As minhas garras seguram tua polpa
Do rabo quente no cio a empinar,
O som dos nossos gemidos selvagens
Se perdem na floresta,
Ao te segurar em pé ao meu colo
No ar te faço galopar,
Enquanto tuas presas me mordiscam
Nossas peles começam a escorregar,
Te encosto na madeira fria da árvore
Seus braços seguram dois troncos,
E suas pernas arreganhadas
Ao sereno
Se unem às águas da úmida folhagem,
suor do corpo
E gozo das feras.
Mora Morangos
Te vêem como
Um animal
Pela nuca erguo tua face,
Minha língua lambi tuas orelhas,
Nossas mãos se puxam,
Na mata,
A metamorfose
Nos encontra,
Taças de vinho bebemos pra nos libertar
Da nossa antiga forma,
Nossas roupas rasgamos
Beijos lambidos
No balançar das caldas,
Nossos sons proferidos como duas onças,
Tuas unhas deslizam as minhas costas
Sua vulva coberta por um manto negro
Me encaixo em tuas costas,
E me perco
Na escuridão do meio das tuas pernas,
Gritos selvagens me cega
Não sou mais eu,
Urra,
por trás te pego com força,
As minhas garras seguram tua polpa
Do rabo quente no cio a empinar,
O som dos nossos gemidos selvagens
Se perdem na floresta,
Ao te segurar em pé ao meu colo
No ar te faço galopar,
Enquanto tuas presas me mordiscam
Nossas peles começam a escorregar,
Te encosto na madeira fria da árvore
Seus braços seguram dois troncos,
E suas pernas arreganhadas
Ao sereno
Se unem às águas da úmida folhagem,
suor do corpo
E gozo das feras.
Mora Morangos
👁️ 148
Sugador
O sugador
Vibra
A deixa úmida,
Os olhos reviram
O corpo a arrepiar,
Os dedos não precisam mais usar
Mas a mente tem que trabalhar,
Deitada no escuro
Aparece um homem em sua mente,
A enforca
Enquanto os seios recebe
Úmidos lábios a abocanhar,
Ela esquece do barulho do sugador,
Aquilo parece tão real
Fecha os olhos
Imagina o pau,
A foder enquanto seu ar se solta
E logo o volta aprisionar,
Vai repetindo sua cena favorita
Na mente
Logo logo
Suas coxas tremem
No início do orgasmo
Por dentro adormecendo,
Uma dor deliciosa
Vai espalhando
No meio do ato,
Dilatando
Os segundos finais,
O corpo relaxa,
Ela rir extasiada
Querendo de novo
Usar.
Mora Morangos
Vibra
A deixa úmida,
Os olhos reviram
O corpo a arrepiar,
Os dedos não precisam mais usar
Mas a mente tem que trabalhar,
Deitada no escuro
Aparece um homem em sua mente,
A enforca
Enquanto os seios recebe
Úmidos lábios a abocanhar,
Ela esquece do barulho do sugador,
Aquilo parece tão real
Fecha os olhos
Imagina o pau,
A foder enquanto seu ar se solta
E logo o volta aprisionar,
Vai repetindo sua cena favorita
Na mente
Logo logo
Suas coxas tremem
No início do orgasmo
Por dentro adormecendo,
Uma dor deliciosa
Vai espalhando
No meio do ato,
Dilatando
Os segundos finais,
O corpo relaxa,
Ela rir extasiada
Querendo de novo
Usar.
Mora Morangos
👁️ 117
Superação
Corre, corre, corre,
Fuja dessa casa.
Falava a diaba
Ou o anjo, talvez.
Me perdi na rua,
Andando noturna.
A lua me julgando, talvez.
As pernas tremiam sem coragem,
O coração arrastando,
A boca surrada.
Livre,
Livre, talvez.
Pela estrada bandida
Vou perseguindo,
Levando chocolate
Para os meus amiguinhos.
São imaginários,
Mas são fofinhos.
Me abraçam,
Me dão flores,
Me fazem carinho.
Na fuga foi descoberta,
Acordou na cama
10 anos depois.
Superou, talvez.
Gatilhos aparecem e a fazem lembrar.
Ser feliz todo dia é impossível.
Só quem te ama vai lhe apoiar.
Se nem o palhaço sorri sempre,
Por que eu tenho que a boca arreganhar?
Mora Morangos
Fuja dessa casa.
Falava a diaba
Ou o anjo, talvez.
Me perdi na rua,
Andando noturna.
A lua me julgando, talvez.
As pernas tremiam sem coragem,
O coração arrastando,
A boca surrada.
Livre,
Livre, talvez.
Pela estrada bandida
Vou perseguindo,
Levando chocolate
Para os meus amiguinhos.
São imaginários,
Mas são fofinhos.
Me abraçam,
Me dão flores,
Me fazem carinho.
Na fuga foi descoberta,
Acordou na cama
10 anos depois.
Superou, talvez.
Gatilhos aparecem e a fazem lembrar.
Ser feliz todo dia é impossível.
Só quem te ama vai lhe apoiar.
Se nem o palhaço sorri sempre,
Por que eu tenho que a boca arreganhar?
Mora Morangos
👁️ 117
Bundudos
Andando de chinelo de dedo sobre as calçadas
As nuvens fechadas
A chuva molhando
O vento safado
Seu vestido levantando
Olha a bunda!
Corre que tampa na frente
Tampa atrás
Não dá para desviar o olhar
Todos os que estavam na rua
Que viram a bunda
Terão sonhos bundudos
E irão suspirar.
Mora Morangos
As nuvens fechadas
A chuva molhando
O vento safado
Seu vestido levantando
Olha a bunda!
Corre que tampa na frente
Tampa atrás
Não dá para desviar o olhar
Todos os que estavam na rua
Que viram a bunda
Terão sonhos bundudos
E irão suspirar.
Mora Morangos
👁️ 188
Português
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Español