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Lista de Poemas
Total de poemas: 2
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Findou-se
Talvez escrever seja meu refúgio
Nunca senti essa dor que sinto,
A dor do amor, sublime amor.
É querer chorar, sem poder.
Dos infernos, ir ao quinto
Não era pra ser. Ponto.
Não que esteja conformado.
Mas sim que entendo o desenrolar da trama.
Tento ser maduro, fico desajeitado
Talvez escrever seja o relento
Talvez ignorasse todas as diferenças,
Talvez abrisse mão de todos os sonhos.
Talvez você namorasse comigo e não com ele,
E eu deleitasse nestes olhos tão risonhos.
Talvez...
Quisera ter o prazer do teu sublime toque.
Escrevo aqui, o que talvez, seja a despedida desse amor.
Honrando Vinícius de Moraes, foi eterno enquanto durou.
Paixão que queimou e em cinzas meu coração ficou
Os versos só aumentam, assim como a aflição
Sei que é momentânea,
mas a falta de um ombro-amigo
amassa e faz de lixo meu coração.
Tristeza, tristeza!
Conseguiste arrancar uma lágrima de mim...
Conseguiste arranjar desconforto aqui...
Neste pranto, sem preço, lembro da tua beleza
Nunca senti essa dor que sinto,
A dor do amor, sublime amor.
É querer chorar, sem poder.
Dos infernos, ir ao quinto
Não era pra ser. Ponto.
Não que esteja conformado.
Mas sim que entendo o desenrolar da trama.
Tento ser maduro, fico desajeitado
Talvez escrever seja o relento
Talvez ignorasse todas as diferenças,
Talvez abrisse mão de todos os sonhos.
Talvez você namorasse comigo e não com ele,
E eu deleitasse nestes olhos tão risonhos.
Talvez...
Quisera ter o prazer do teu sublime toque.
Escrevo aqui, o que talvez, seja a despedida desse amor.
Honrando Vinícius de Moraes, foi eterno enquanto durou.
Paixão que queimou e em cinzas meu coração ficou
Os versos só aumentam, assim como a aflição
Sei que é momentânea,
mas a falta de um ombro-amigo
amassa e faz de lixo meu coração.
Tristeza, tristeza!
Conseguiste arrancar uma lágrima de mim...
Conseguiste arranjar desconforto aqui...
Neste pranto, sem preço, lembro da tua beleza
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Imutável
O que não fazem
por um carro com ar condicionado
Praticamente, a esse mundo,
Ficam aprisionado
Repete
Pede, que de repente
A alegria some
Somem-se os dentes
Pressão na prisão.
Tristeza inadmissível.
Uma secessão
Dentro da tua mente
A vida não é fácil,
Mas a vida é isso.
Não que me conforme,
Mas tenho que dizer isso:
Há coisas imutáveis,
Meu imutável ser,
Que não cansa de pensar,
Que não cansa de viver!
O imutável pitaco alheio,
Com aquela velha opinião sobre tudo.
Dê-me uma razão para não romper,
Com o mundo sorrateiro e mudo
Conformismo é para os fracos
De fato!
Mas nas mais situações diversas
Viver torna-se muito chato
De alma, sou otimista.
No pior, enquanto a dor não findar,
Creio que dará certo.
É necessário, contra a correnteza nadar.
Por mais doloroso,
Mesmo eu sendo presunçoso;
Insisto, porquê sou otimista.
Ora, nunca disse que é fácil
Dentro de um carro estou,
A digitar tais palavras.
Rasgando meu coração,
Rendo-me, sem pensar vou
Penso no mundo,
Dentro d'um segundo,
E decido ir mais fundo
Nesse eterno-finito amor
Paixão...
Tantas interrogações me aparecem,
Tantas sensações desaparecem,
Como se estivesse nu.
Despido, sem rumo.
Sei que as vezes sou,
As vezes estou.
Amorfo, já fui tudo.
Pra que agora eu fosse eu mesmo,
No fim
Mas,
Sempre tem o "mas",
Contraponho a dor de toda essa rodada.
Espero, sereno, o nascer d'alvorada
por um carro com ar condicionado
Praticamente, a esse mundo,
Ficam aprisionado
Repete
Pede, que de repente
A alegria some
Somem-se os dentes
Pressão na prisão.
Tristeza inadmissível.
Uma secessão
Dentro da tua mente
A vida não é fácil,
Mas a vida é isso.
Não que me conforme,
Mas tenho que dizer isso:
Há coisas imutáveis,
Meu imutável ser,
Que não cansa de pensar,
Que não cansa de viver!
O imutável pitaco alheio,
Com aquela velha opinião sobre tudo.
Dê-me uma razão para não romper,
Com o mundo sorrateiro e mudo
Conformismo é para os fracos
De fato!
Mas nas mais situações diversas
Viver torna-se muito chato
De alma, sou otimista.
No pior, enquanto a dor não findar,
Creio que dará certo.
É necessário, contra a correnteza nadar.
Por mais doloroso,
Mesmo eu sendo presunçoso;
Insisto, porquê sou otimista.
Ora, nunca disse que é fácil
Dentro de um carro estou,
A digitar tais palavras.
Rasgando meu coração,
Rendo-me, sem pensar vou
Penso no mundo,
Dentro d'um segundo,
E decido ir mais fundo
Nesse eterno-finito amor
Paixão...
Tantas interrogações me aparecem,
Tantas sensações desaparecem,
Como se estivesse nu.
Despido, sem rumo.
Sei que as vezes sou,
As vezes estou.
Amorfo, já fui tudo.
Pra que agora eu fosse eu mesmo,
No fim
Mas,
Sempre tem o "mas",
Contraponho a dor de toda essa rodada.
Espero, sereno, o nascer d'alvorada
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