Lista de Poemas
Dialética
Dialética sem ética,
sem métrica,
sem estética;
Não sabe,
com decência,
da procedência
de onde vêm
Tamanha incoerência
Que presenciamos
com tanta frequência...
...Essa dialética,
que não enxerga seus atos
de boatos,
Que cria circunstancias,
de lambanças,
acaba se destruindo:
por causa de bonança.
sem métrica,
sem estética;
Não sabe,
com decência,
da procedência
de onde vêm
Tamanha incoerência
Que presenciamos
com tanta frequência...
...Essa dialética,
que não enxerga seus atos
de boatos,
Que cria circunstancias,
de lambanças,
acaba se destruindo:
por causa de bonança.
👁️ 606
A Mentira e o Tempo
faz-se o tempo,
ganha-se tempo,
empurra-se o tempo,
“dá um tempo”
dê um tempo...
“Não tenho tempo”
Louva-se para o tempo,
invoca-se o tempo,
roga-se para o tempo,
compra-se o tempo,
sem prever o tempo e
sem tempo,
constrói-se um enorme templo
revestido de uma mentira envolto
de tempo mutável onde tudo é
instável,
para ser amável:
faça de acordo com o curso do rio.
Essa é o “fio da meada”
que nada... Que nada...
Que nada... em correnteza
sem a certeza de chegar a beleza
de que um dia:
quem diria?
A hipocrisia,
que me valia de alguma coisa:
de nada... De nada... De nada...
A temer “pode crer” que a Verdade
um dia chegaria desmascarando
a falsa beleza.
Que tristeza!
Que tristeza...
Que tristeza...
...Ver a inócua máscara caindo
do alto,
sem respaldo,
sem piedade,
assombrando a sua impetuosidade
diante dos teus pés,
como um jarro de porcelana
que se dilacera...
Já era... Já era...
...Já era o fim, Da fera ali!
Quem manda? Quem manda?
Quem manda, para o tempo,
Você mentir?
ganha-se tempo,
empurra-se o tempo,
“dá um tempo”
dê um tempo...
“Não tenho tempo”
Louva-se para o tempo,
invoca-se o tempo,
roga-se para o tempo,
compra-se o tempo,
sem prever o tempo e
sem tempo,
constrói-se um enorme templo
revestido de uma mentira envolto
de tempo mutável onde tudo é
instável,
para ser amável:
faça de acordo com o curso do rio.
Essa é o “fio da meada”
que nada... Que nada...
Que nada... em correnteza
sem a certeza de chegar a beleza
de que um dia:
quem diria?
A hipocrisia,
que me valia de alguma coisa:
de nada... De nada... De nada...
A temer “pode crer” que a Verdade
um dia chegaria desmascarando
a falsa beleza.
Que tristeza!
Que tristeza...
Que tristeza...
...Ver a inócua máscara caindo
do alto,
sem respaldo,
sem piedade,
assombrando a sua impetuosidade
diante dos teus pés,
como um jarro de porcelana
que se dilacera...
Já era... Já era...
...Já era o fim, Da fera ali!
Quem manda? Quem manda?
Quem manda, para o tempo,
Você mentir?
👁️ 669
Eterna Menina...
Ah! Não adianta correr...
...Menina que pula; Menina que dança...
...Olha! Quanta lambança,
na pança! Ainda bota banca?
Não adianta!... Não adianta!... Não adianta!...
...Menina que dança;
Menina que pula...
...Esta lambança é da figura
que pinta o sete na pança.
Não se mete!... Não se mete!... Não se mete!...
...Menina que pula;
Menina que dança...
...Levanta! já é hora
de escrever e ler
pra saber o que fazer
e um dia merecer!
Você vai ver!... Você vai ver!... Você vai ver!...
...Menina que pula;
Menina que dança...
...Só por que dorme
no céu, ao léo, e desliza nas
cores do arco-íris, quer pegar
a lua mas não alcança;
a lua é de cristal. Que tal?
Não faz mal!... Não faz mal!... Não faz mal!...
...Menina que dança;
Menina que pula...
...Amarelinha, fora da linha?
Não foge da minha, idoneidade
com sua espontaneidade
parece loucura,
tanto a beleza, quanto a ternura,
nem o beija-flor a segura!
Que loucura!... Que loucura!... Que loucura!...
...Menina que pula;
Menina que dança...
...Na natureza?
Quanta pureza!
Mais que beleza!
Que encanta... encanta... encanta...
...menina que dança;
menina que pula...
...O seu sorriso de ternura
me faz lembrar de sua brandura
ao encontro da figura;
Luxúria!?... Luxúria!?... Luxúria!?...
...Menina que pula;
Menina que dança...
...A sua boneca não é de pelúcia
pois chegou a hora da puberdade
a sua volta quanta amizade
não sabe ainda da lealdade;
Que maldade!... Que maldade!... Que maldade!...
...Ver a metamorfose de uma criança
se transformando numa Deusa tentadora
que dança deixando de fazer lambança;
Que lembrança!... Que lembrança!... Que lembrança!...
Hoje, sua banca, é a rebeldia; Que me judia...
Que me judia... Que me judia...
...Ver a esbelta escultura móvel do seu corpo
dentro de um véu; Não é mel!... Não é mel!... Não é mel!...
Mas ao léu? Só é céu!... Só é céu!... Só é céu!...
...A vagar que, ao adentrar, para o mar, esconde
na noturna neblina eterna que desvanece, desaparece...
...Quem merece?... Quem merece?... Quem merece?...
...Compadece... Compadece... Compadece...
...Menina que pula; Menina que dança...
...Olha! Quanta lambança,
na pança! Ainda bota banca?
Não adianta!... Não adianta!... Não adianta!...
...Menina que dança;
Menina que pula...
...Esta lambança é da figura
que pinta o sete na pança.
Não se mete!... Não se mete!... Não se mete!...
...Menina que pula;
Menina que dança...
...Levanta! já é hora
de escrever e ler
pra saber o que fazer
e um dia merecer!
Você vai ver!... Você vai ver!... Você vai ver!...
...Menina que pula;
Menina que dança...
...Só por que dorme
no céu, ao léo, e desliza nas
cores do arco-íris, quer pegar
a lua mas não alcança;
a lua é de cristal. Que tal?
Não faz mal!... Não faz mal!... Não faz mal!...
...Menina que dança;
Menina que pula...
...Amarelinha, fora da linha?
Não foge da minha, idoneidade
com sua espontaneidade
parece loucura,
tanto a beleza, quanto a ternura,
nem o beija-flor a segura!
Que loucura!... Que loucura!... Que loucura!...
...Menina que pula;
Menina que dança...
...Na natureza?
Quanta pureza!
Mais que beleza!
Que encanta... encanta... encanta...
...menina que dança;
menina que pula...
...O seu sorriso de ternura
me faz lembrar de sua brandura
ao encontro da figura;
Luxúria!?... Luxúria!?... Luxúria!?...
...Menina que pula;
Menina que dança...
...A sua boneca não é de pelúcia
pois chegou a hora da puberdade
a sua volta quanta amizade
não sabe ainda da lealdade;
Que maldade!... Que maldade!... Que maldade!...
...Ver a metamorfose de uma criança
se transformando numa Deusa tentadora
que dança deixando de fazer lambança;
Que lembrança!... Que lembrança!... Que lembrança!...
Hoje, sua banca, é a rebeldia; Que me judia...
Que me judia... Que me judia...
...Ver a esbelta escultura móvel do seu corpo
dentro de um véu; Não é mel!... Não é mel!... Não é mel!...
Mas ao léu? Só é céu!... Só é céu!... Só é céu!...
...A vagar que, ao adentrar, para o mar, esconde
na noturna neblina eterna que desvanece, desaparece...
...Quem merece?... Quem merece?... Quem merece?...
...Compadece... Compadece... Compadece...
👁️ 653
Imortal
Camões! Camões! Camões!
Luís Vaz, que não vás embora
em outrora e não demora sua
obra imortal.
Que não sabe se é paranormal,
mas que vive em nossos
pensamentos
criando sentimentos.
Que não sabe se é dor, mas que
nos causa amor,
provocando emoções sem
comparações
em minh’alma que me acalma
quando sabe que vive nesta
existência sua sobrevivência
falo com antecedência
já de transcendência
pois é Imortal.
Camões! Camões! Camões!
O seu eco se dilacera,
já naquela era, era Imortal.
Luís Vaz, que não vás embora
em outrora e não demora sua
obra imortal.
Que não sabe se é paranormal,
mas que vive em nossos
pensamentos
criando sentimentos.
Que não sabe se é dor, mas que
nos causa amor,
provocando emoções sem
comparações
em minh’alma que me acalma
quando sabe que vive nesta
existência sua sobrevivência
falo com antecedência
já de transcendência
pois é Imortal.
Camões! Camões! Camões!
O seu eco se dilacera,
já naquela era, era Imortal.
👁️ 630
Eternamente, Drummond
Não!
Era um poeta.
Um gênio? Na certa!
Nas mina's nascia
letras,
emoções,
poesias...
que se transformavam
em fantasias,
pois, na vida pública,
Surgia...
Rebeldia,
Ousadias
que repetia:
E agora, José,
tinha uma pedra
no meio do caminho?
Sim!
No meio do caminho
tinha uma pedra.
em súplica:
Isso dizia,
Que, um dia, nas lidarias,
romperias, geniais poesias...
E o agora,
José?
Agora, José.
A luz apagou,
A obra ficou.
No tempo, se eternizou.
Era um poeta.
Um gênio? Na certa!
Nas mina's nascia
letras,
emoções,
poesias...
que se transformavam
em fantasias,
pois, na vida pública,
Surgia...
Rebeldia,
Ousadias
que repetia:
E agora, José,
tinha uma pedra
no meio do caminho?
Sim!
No meio do caminho
tinha uma pedra.
em súplica:
Isso dizia,
Que, um dia, nas lidarias,
romperias, geniais poesias...
E o agora,
José?
Agora, José.
A luz apagou,
A obra ficou.
No tempo, se eternizou.
👁️ 672
Vida Ideal
A vida é
uma eterna
lavança que
cansa... Que cansa...
Que cansa...
Mas... que não
deixa lembrança;
mas que
cultiva a esperança.
Quem dança com
essa cobrança?
Enquanto muitos
ficam nesta
bonança
desde
criança
passando
pela infância
entrando na
vida que dança
começando nova
cobrança que
cansa...
O que fazer para não cansar?
É amar de frente para o mar
olhando a brisa que desliza
num nevoeiro sem fim que para
mi’alma é o que acalma de
janela a fora no romper da
aurora em outrora...
Olha esta vida que vai embora...
Que não demora...
Que lembrança...
De infância...
Que não cansa.
uma eterna
lavança que
cansa... Que cansa...
Que cansa...
Mas... que não
deixa lembrança;
mas que
cultiva a esperança.
Quem dança com
essa cobrança?
Enquanto muitos
ficam nesta
bonança
desde
criança
passando
pela infância
entrando na
vida que dança
começando nova
cobrança que
cansa...
O que fazer para não cansar?
É amar de frente para o mar
olhando a brisa que desliza
num nevoeiro sem fim que para
mi’alma é o que acalma de
janela a fora no romper da
aurora em outrora...
Olha esta vida que vai embora...
Que não demora...
Que lembrança...
De infância...
Que não cansa.
👁️ 650
Lista de desejos
Na jornada desta listas
de conquistas,
não tem pistas
de quantos vivem
na cobiça;
É de perder de vista.
Quem atiça...
A cobiça?
Não tem pistas,
nem tem lista,
se tem;
Não estar há vista
mas paga-se
com ônus
trabalhistas
tudo aquilo
que mirou a vista.
Quem comprou
Esta lista...
De conquistas?
Não sei.
Nem tem pistas?
Tal vez...
Apenas
Quem conquista
Esta lista...
De cobiças:
Há de perder a vista...
de conquistas,
não tem pistas
de quantos vivem
na cobiça;
É de perder de vista.
Quem atiça...
A cobiça?
Não tem pistas,
nem tem lista,
se tem;
Não estar há vista
mas paga-se
com ônus
trabalhistas
tudo aquilo
que mirou a vista.
Quem comprou
Esta lista...
De conquistas?
Não sei.
Nem tem pistas?
Tal vez...
Apenas
Quem conquista
Esta lista...
De cobiças:
Há de perder a vista...
👁️ 649
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
NoComments
Biografia artística
Marcos André Cavalcante Almeida, artista plástico, poeta e designer gráfico nascido em 10 de novembro de 1966 em Brasília-DF. Sua progenitora: Dilza de Holanda Cavalcante nasceu em Florença na Italia. Cadastrado na Secretaria de Cultura de Brasília-DF sob Nº 245/11 e Ente e Agente Cultural. Entre 2014 a 2015 participou dos eventos da Associação Brasileira de Desenho e Artes Visuais ABD, Rio de Janeiro, no qual se tornou reconhecido como artista comendador, foi premiado em concursos de salões de arte e literatura com três medalhas de ouro, duas medalhas especial, uma medalha de destaque, um troféu em literatura. Contemplado com um troféu (Prêmio Excelência Cultural ABD 2013) e um (troféu Elizabeth Kinga Melhores do Ano de 2015), uma medalha de mérito cultural JCarlos e uma de comendador. Foi premiado com certificado de Menção Honrosa no concurso de literatura da ADABL Associação do Diplomados da Academia Brasileira de Letras Rio de Janeiro. Fez quatro exposições no SESC de Brasília-DF e uma na Biblioteca Demonstrativa. Tem poemas publicados em antologia e coletânea da Editora Celeiro de Escritores – São Paulo. Publicações nas revistas de antologia: EISFLUÊNCIAS e FÊNIX de Portugal. Certificado do concurso Artmajeur Award 2018 com 215 votos. Categoria Platinum.
Marcos André Cavalcante Almeida, a sua descendência italiana traz na veia o sangue, que é o amor pelas artes, que herdou de seus geniais antepassados renacentistas.
Português
English
Español