Biografia
Graduando Criação Musical na Universidade Federal do Paraná.
Lista de Poemas
Total de poemas: 7
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Barco de papel (2017 -)
Se o mar é minha morte
eu me entrego como quem sabe
que no meu barco de papel
está escrita a história que me cabe...
eu me entrego como quem sabe
que no meu barco de papel
está escrita a história que me cabe...
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para(s)quedas (2015)
para quedas para quem
de manter os
pés no chão
para aquelas
paralelas
ruas que nos levam
sem direção
- "Por que tantos carros?
Pra que correr?"
para as quedas
daquelas
flores
um momento de
contemplação
os mais belos
ramos de cores
alimentam o meu
coração
-"Por que tantos fardos?
Por que se enganar
se o verbo sagrado
só pode criar
aqui e agora?"
não sabe a gravidade
de manter os
pés no chão
para aquelas
paralelas
ruas que nos levam
sem direção
- "Por que tantos carros?
Pra que correr?"
para as quedas
daquelas
flores
um momento de
contemplação
os mais belos
ramos de cores
alimentam o meu
coração
-"Por que tantos fardos?
Por que se enganar
se o verbo sagrado
só pode criar
aqui e agora?"
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Pedra da lua (2016 - 2018)
quem roubou
a luz da lua
a luz da lua
da minha imaginação?
quem roubou
o brilho
dos meus olhos?
oh, Musa!
então o vazio é
tudo?
confusa
a noite guarda a lua em
penumbra...
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Imaginação (2017)
Se toda nuvem fosse
fumaça do meu café
choveria poesia
fumaça do meu café
choveria poesia
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Frente fria (2015)
não tente me impedir de ser assim:
pássaro que não sabe pousar,
poema que não pode ter fim!
pássaro que não sabe pousar,
poema que não pode ter fim!
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A cadeira de Newton (2012)
O fruto nunca caiu no chão
pois embaixo da árvore
estava sentado um menino...
pois embaixo da árvore
estava sentado um menino...
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Mona Lisa (2013 - 2014)
Deixe as ilusões para os adormecidos
para os que se satisfazem com os rodapés da vida
suba em minhas costas e apague a luz da lua
e então saboreie minha essência em um cálice, querida!
Toque levemente a taça
com a qual te sirvo meu vinho
saboreie minha essência como um mapa
que contornas em meu corpo, com carinho
Saibas que cada luz desta cidade
é uma vela que ascendo pra ti
e a cada vez que alguma delas piscar
o fogo revelará o que és em mim...
Estarei em cada falta,
em cada brinde, em cada valsa
pois nossos corpos são à prova da idade
e nossas almas, a causa da eternidade
Pois precisava ser criado o infinito
algo tão belo e indeciso
para que todos os mistérios da vida
pudessem caber no teu sorriso.
para os que se satisfazem com os rodapés da vida
suba em minhas costas e apague a luz da lua
e então saboreie minha essência em um cálice, querida!
Toque levemente a taça
com a qual te sirvo meu vinho
saboreie minha essência como um mapa
que contornas em meu corpo, com carinho
Saibas que cada luz desta cidade
é uma vela que ascendo pra ti
e a cada vez que alguma delas piscar
o fogo revelará o que és em mim...
Estarei em cada falta,
em cada brinde, em cada valsa
pois nossos corpos são à prova da idade
e nossas almas, a causa da eternidade
Pois precisava ser criado o infinito
algo tão belo e indeciso
para que todos os mistérios da vida
pudessem caber no teu sorriso.
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