Escritas

Lista de Poemas

Total de poemas: 7 Página 1 de 1

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Vivo no lusco-fusco da sombra da noite, cometo a indulgência da meia-noite,
prego ao vulto que me julga no lugar de mim mesmo e,
carrego esse peso no seio do átrio do pecado.
Vivo sem ré nem remos, sem lograr ou refletir aquele que será o meu testemunho.
Sozinho penso, sonho como, acompanhado dessa pensamento ensurdecedor.
Sozinho sofro, sozinho me condeno, sozinho vivo o desespero pela espera desse dia redentor.
Condeno a pessoa que não fui e aquela que serei.
Julgo cada ação com despeito à inação das minhas atitudes, reflexos dessa pequenez amiúde.
Cada pulo de felicidade é uma gota nesse mar de angústias, rescaldo das vivências neste lugar desnudo.
Serei eu aquele que anseia pelo barqueiro?
Ou antes, uma cara que esconde o que o número da besta espelha?
Vivendo cada sopro no sufoco de mais um dia?  
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Solidão

Vivo no lusco fusco da sombra da noite,
cometo a indulgência da meia-noite e prego ao vulto daquele que me julga no lugar de mim mesmo.
Peso que sinto no seio da vida e sofrimento que atua no átrio do pecado.

 Vivo sem ré nem remo, sem lograr naquele que será o meu testemunho, nem pensando no fado do destino.
Sozinho penso, sozinho como, na companhia do meu imaginário.
Sozinho sofro, sozinho me condeno, sozinho me sufoco na azáfama da consciência que me consome.

Condeno a pessoa que não fui, e aquele que serei,
Julgo cada ação com despeito à minha inação,
Cada rescaldo da minha vivência com a satisfação de cada pulo de felicidade neste mar de desespero.

Sou eu aquele que aguarda ansiosamente pelo barqueiro?
Ou serei a cara que esconde o que o número da besta espelha?

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Solidão 1

Vivo no lusco-fusco da sombra da noite, cometo a indulgência da meia-noite,
prego ao vulto que me julga no lugar de mim mesmo e,
carrego esse peso no seio do átrio do pecado.
Vivo sem ré nem remos, sem lograr ou refletir aquele que será o meu testemunho.
Sozinho penso, sonho como, acompanhado dessa pensamento ensurdecedor.
Sozinho sofro, sozinho me condeno, sozinho vivo o desespero pela espera desse dia redentor.
Condeno a pessoa que não fui e aquela que serei.
Julgo cada ação com despeito à inação das minhas atitudes, reflexos dessa pequenez amiúde.
Cada pulo de felicidade é uma gota nesse mar de angústias, rescaldo das vivências neste lugar desnudo.
Serei eu aquele que anseia pelo barqueiro?
Ou antes, uma cara que esconde o que o número da besta espelha?
Vivendo cada sopro no sufoco de mais um dia?  
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Solidão

Vivo no lusco fusco da sombra da noite, cometo a indulgência da meia-noite,
prego ao vulto que me julga no lugar de mim mesmo e,
carrego esse peso no seio do átrio do pecado.
Vivo sem ré nem remos, sem lograr ou refletir aquele que será o meu testemunho.
Sozinho penso, sonho como, acompanhado dessa pensamento ensurdecedor.
Sozinho sofro, sozinho me condeno, sozinho vivo o desespero pela espera desse dia redentor.
Condeno a pessoa que não fui e aquela que serei.
Julgo cada ação com despeito à inação das minhas atitudes, reflexos dessa pequenez amiúde.
Cada pulo de felicidade é uma gota nesse mar de angústias, rescaldo das vivências neste lugar desnudo.
Serei eu aquele que anseia pelo barqueiro?
Ou antes, uma cara que esconde o que o número da besta espelha?
Vivendo cada sopro no sufoco de mais um dia? 
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Solidão

Vivo no lusco-fusco da sombra da noite, cometo a indulgência da meia-noite,
prego ao vulto que me julga no lugar de mim mesmo e,
carrego esse peso no seio do átrio do pecado.
Vivo sem ré nem remos, sem lograr ou refletir aquele que será o meu testemunho.
Sozinho penso, sonho como, acompanhado dessa pensamento ensurdecedor.
Sozinho sofro, sozinho me condeno, sozinho vivo o desespero pela espera desse dia redentor.
Condeno a pessoa que não fui e aquela que serei.
Julgo cada ação com despeito à inação das minhas atitudes, reflexos dessa pequenez amiúde.
Cada pulo de felicidade é uma gota nesse mar de angústias, rescaldo das vivências neste lugar desnudo.
Serei eu aquele que anseia pelo barqueiro?
Ou antes, uma cara que esconde o que o número da besta espelha?
Vivendo cada sopro no sufoco de mais um dia? 
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O que é a solidão?

Vivo no lusco-fusco da sombra da noite, cometo a indulgência da meia-noite,
prego ao vulto que me julga no lugar de mim mesmo e,
carrego esse peso no seio do átrio do pecado.
Vivo sem ré nem remos, sem lograr ou refletir aquele que será o meu testemunho.
Sozinho penso, sonho como, acompanhado dessa pensamento ensurdecedor.
Sozinho sofro, sozinho me condeno, sozinho vivo o desespero pela espera desse dia redentor.
Condeno a pessoa que não fui e aquela que serei.
Julgo cada ação com despeito à inação das minhas atitudes, reflexos dessa pequenez amiúde.
Cada pulo de felicidade é uma gota nesse mar de angústias, rescaldo das vivências neste lugar desnudo.
Serei eu aquele que anseia pelo barqueiro?
Ou antes, uma cara que esconde o que o número da besta espelha?
Vivendo cada sopro no sufoco de mais um dia?  
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Exiguidade

Vivo no lusco-fusco da sombra da noite, cometo a indulgência da meia-noite,
prego ao vulto que me julga no lugar de mim mesmo e,
carrego esse peso no seio do átrio do pecado.
Vivo sem ré nem remos, sem lograr ou refletir aquele que será o meu testemunho.
Sozinho penso, sonho como, acompanhado dessa pensamento ensurdecedor.
Sozinho sofro, sozinho me condeno, sozinho vivo o desespero pela espera desse dia redentor.
Condeno a pessoa que não fui e aquela que serei.
Julgo cada ação com despeito à inação das minhas atitudes, reflexos dessa pequenez amiúde.
Cada pulo de felicidade é uma gota nesse mar de angústias, rescaldo das vivências neste lugar desnudo.
Serei eu aquele que anseia pelo barqueiro?
Ou antes, uma cara que esconde o que o número da besta espelha?
Vivendo cada sopro no sufoco de mais um dia?  
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