Jonathan Griffin
1906–1990
· viveu 84 anos
GB
Jonathan Griffin foi um poeta cujo trabalho é marcado por uma escrita lírica e introspectiva, explorando a profundidade da experiência humana e a beleza do mundo natural. Sua poesia é frequentemente associada a um tom reflexivo e a uma linguagem cuidadosa na construção de imagens e sentimentos.
n. 1906-01-01, Worthing · m. 1990-01-01, Santa Bárbara
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Biografia
Identificação e contexto básico
Nome: Jonathan Griffin Nacionalidade: Britânica (presumível, com base no contexto de poetas anglófonos).Infância e formação
(Informações específicas sobre a infância e formação de Jonathan Griffin não são amplamente divulgadas em fontes acessíveis. Presume-se que tenha tido acesso a uma educação que lhe permitiu desenvolver habilidades literárias).Percurso literário
O percurso literário de Jonathan Griffin é caracterizado por uma produção poética que se aprofunda na exploração de temas existenciais e emocionais. Sua obra provavelmente se desenvolveu em um contexto literário que valorizava a introspeção e a expressão lírica.Obra, estilo e características literárias
Obra, estilo e características literárias A obra de Griffin caracteriza-se por um lirismo cuidadoso e uma linguagem precisa, explorando temas como a condição humana, a natureza e a passagem do tempo. O estilo tende a ser reflexivo, com uma forte componente imagética e rítmica, buscando capturar a complexidade dos sentimentos e das percepções.Obra, estilo e características literárias
Contexto cultural e histórico (O contexto cultural e histórico em que Jonathan Griffin esteve inserido pode ter influenciado sua obra, mas requer uma análise mais aprofundada para ser detalhado).Obra, estilo e características literárias
Vida pessoal (Detalhes sobre a vida pessoal de Jonathan Griffin não são amplamente divulgados em fontes acessíveis).Obra, estilo e características literárias
Reconhecimento e receção O reconhecimento da obra de Griffin advém da sua capacidade de evocar emoções e pensamentos profundos através da sua poesia, consolidando seu espaço como um poeta que dialoga com a tradição lírica.Obra, estilo e características literárias
Influências e legado (As influências específicas e o legado de Jonathan Griffin na poesia podem necessitar de estudos mais aprofundados).Obra, estilo e características literárias
Interpretação e análise crítica A poesia de Griffin pode ser interpretada como uma exploração da subjetividade e da busca por significado em um mundo em constante mudança, utilizando a arte poética como veículo para a reflexão sobre a existência.Obra, estilo e características literárias
Curiosidades e aspetos menos conhecidos (Aspectos menos conhecidos da vida e obra de Jonathan Griffin podem existir, mas não são amplamente documentados em fontes públicas).Obra, estilo e características literárias
Morte e memória (Informações sobre a morte de Jonathan Griffin não são amplamente divulgadas em fontes públicas).Poemas
2O CREDO AGNÓSTICO
Meu timbre a dúvida. Acredito
no credo agnóstico - duvidar até estar morto
e contudo viver para acolher
não fugir ao dar-se do acto da fé,
não fugir a desconfiar dele, até que a morte
aqui está, alisou a fé e a dúvida.
no credo agnóstico - duvidar até estar morto
e contudo viver para acolher
não fugir ao dar-se do acto da fé,
não fugir a desconfiar dele, até que a morte
aqui está, alisou a fé e a dúvida.
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COM ESTES OLHOS
Quem cruza o extremo sul da Groenlândia
a cinco mil metros visibilidade boa
vê, enchendo o norte azul, uma manada em susto
de chifres brancos detida por oceano.
Grenhas
se enrolando sobre
a
quietude deles.
Mas
quando se olha para baixo vêem-se
longas pardas
-
tentáculos do oceano
é o que parece,
penetrantes águas sem sol
entre
as frontes de prata -
agudas enseadas (um calafrio como que sobe desde
o pardo - a gente, numa nave tépida,
estremece).
Há uma esbranquiçada monótona sarna sobre as águas tristes
Presas nela
dispersas
lascas
de pureza -
Minha mãe em jovem ouviu no Spitzbergue
trovões, o
nascer de icebergues
Num relance
dos olhos e pensar
vi
o
ciclo
vi os
ventos para sempre
de sobre a
curva do mundo
trazendo nuvens para os chifres de rocha rasgarem em neve -
e para
baixo
devagar
os glaciares fluem
e estalando
caem em fiordes -
e, primeiro apertadas na massa, altivamente
as ninfas
de gelo as graves fúrias
soltam-se livres
só para
seguirem a corrente chupada
pela
seca do Equador -
as longas
garras do sol -
para
o sul
vi
o aberto
uma corrente levando
entes esquisitos - esmeraldas sobre
o
mar -
só que mais pálidas, intensidades pálidas cada uma
com
uma
fina fímbria de branco -
jóias de doce água primeva
perpétua frota.
navios
de
água
a cinco mil metros visibilidade boa
vê, enchendo o norte azul, uma manada em susto
de chifres brancos detida por oceano.
Grenhas
se enrolando sobre
a
quietude deles.
Mas
quando se olha para baixo vêem-se
longas pardas
-
tentáculos do oceano
é o que parece,
penetrantes águas sem sol
entre
as frontes de prata -
agudas enseadas (um calafrio como que sobe desde
o pardo - a gente, numa nave tépida,
estremece).
Há uma esbranquiçada monótona sarna sobre as águas tristes
Presas nela
dispersas
lascas
de pureza -
Minha mãe em jovem ouviu no Spitzbergue
trovões, o
nascer de icebergues
Num relance
dos olhos e pensar
vi
o
ciclo
vi os
ventos para sempre
de sobre a
curva do mundo
trazendo nuvens para os chifres de rocha rasgarem em neve -
e para
baixo
devagar
os glaciares fluem
e estalando
caem em fiordes -
e, primeiro apertadas na massa, altivamente
as ninfas
de gelo as graves fúrias
soltam-se livres
só para
seguirem a corrente chupada
pela
seca do Equador -
as longas
garras do sol -
para
o sul
vi
o aberto
uma corrente levando
entes esquisitos - esmeraldas sobre
o
mar -
só que mais pálidas, intensidades pálidas cada uma
com
uma
fina fímbria de branco -
jóias de doce água primeva
perpétua frota.
navios
de
água
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