Lista de Poemas
O Jogo da Vida
Tudo se tem um começo,
Pelo amor ou pela perda;
Pelo prazer ou pela frustação.
A euforia e o tesão são a chave
Para o que vem logo após tudo,
Com o medo sempre existir.
Tudo que acontece é por um meio:
Pelo sucesso ou pela melancolia,
Mas o fracassar é somente um recomeço.
Tudo também se tem um fim,
Dele, ninguém se sabe bem ou certo:
Se será com entusiasmo ou apenas triste;
Se sairá vitorioso ou com depressão,
Mas o viver sempre deve ter
Alegria!
Pelo amor ou pela perda;
Pelo prazer ou pela frustação.
A euforia e o tesão são a chave
Para o que vem logo após tudo,
Com o medo sempre existir.
Tudo que acontece é por um meio:
Pelo sucesso ou pela melancolia,
Mas o fracassar é somente um recomeço.
Tudo também se tem um fim,
Dele, ninguém se sabe bem ou certo:
Se será com entusiasmo ou apenas triste;
Se sairá vitorioso ou com depressão,
Mas o viver sempre deve ter
Alegria!
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Responda as Viagens
O Homem da Lua.
Quem será?
Qualquer lunático?
Um extraterrestre?
Quem, Carlos?
Ele não se compreende,
Nem ontem,
Nem hoje no presente.
Faz o que vem na telha e
Então busca uma pedra maior.
Diz aí, Carlos.
Tudo piora com o tempo.
Não existem mais homens:
Afaste de nós essa bomba
Com um "H" bem grande.
Sem permissão ele entrou,
Mas lá não tem porta!
Mesmo assim,
Suavemente o fez,
Quebrou, entrou e desceu:
Lá em cima,
Lá nos espelhos
Para nós voltados
E nos queimou,
Bem na sua volta.
Nós estávamos bem aqui,
Ele não olhou para nós,
Confirma Carlos.
Viu e não se calou - mostrou
Para todos saberem.
Que seja assim, então.
Para que enfim mude
E para melhor:
O Homem da Lua se colonizar
E não ser mais um espeto.
Seus ossos se repartem,
Já não faz nada.
Como Carlos disse:
Deve conhecer a si mesmo
Para não se cansar do sol,
Para não ficar só,
Que é o pior.
Depois sentirá o resto
Do que falta de ruim
E em tudo a dor.
Que não seja o que der,
Resolvo quando acontecer - diz
O Homem da Lua.
O melhor é conhecer a nós
E aos outros,
Carlos também fala que é
Em suas viagens como Homem.
Quem será?
Qualquer lunático?
Um extraterrestre?
Quem, Carlos?
Ele não se compreende,
Nem ontem,
Nem hoje no presente.
Faz o que vem na telha e
Então busca uma pedra maior.
Diz aí, Carlos.
Tudo piora com o tempo.
Não existem mais homens:
Afaste de nós essa bomba
Com um "H" bem grande.
Sem permissão ele entrou,
Mas lá não tem porta!
Mesmo assim,
Suavemente o fez,
Quebrou, entrou e desceu:
Lá em cima,
Lá nos espelhos
Para nós voltados
E nos queimou,
Bem na sua volta.
Nós estávamos bem aqui,
Ele não olhou para nós,
Confirma Carlos.
Viu e não se calou - mostrou
Para todos saberem.
Que seja assim, então.
Para que enfim mude
E para melhor:
O Homem da Lua se colonizar
E não ser mais um espeto.
Seus ossos se repartem,
Já não faz nada.
Como Carlos disse:
Deve conhecer a si mesmo
Para não se cansar do sol,
Para não ficar só,
Que é o pior.
Depois sentirá o resto
Do que falta de ruim
E em tudo a dor.
Que não seja o que der,
Resolvo quando acontecer - diz
O Homem da Lua.
O melhor é conhecer a nós
E aos outros,
Carlos também fala que é
Em suas viagens como Homem.
👁️ 30
Amor Apropriado
(Soneto)
No princípio, deve haver o amor,
Para que o amor seja compartilhado.
Não amas a todos com todo o calor,
Nem sejas amigo, mas tudo formado.
No princípio, não conhceces todos,
O desconhecido, tu deves conhecer.
O tempo te farás amar os outros,
E o amor andando, tu já terás a ter.
Antes de tudo, ame a si mesmo,
Então, ame bem sem olhar a quem,
Tu irás perceber, ficarás tão lindo.
Todos serão belos com o amor que
Daqueles vem que já o tinhas obtido.
Tristes os olhos do moço que não tem!
Não amas a todos com todo o calor,
Nem sejas amigo, mas tudo formado.
No princípio, não conhceces todos,
O desconhecido, tu deves conhecer.
O tempo te farás amar os outros,
E o amor andando, tu já terás a ter.
Antes de tudo, ame a si mesmo,
Então, ame bem sem olhar a quem,
Tu irás perceber, ficarás tão lindo.
Todos serão belos com o amor que
Daqueles vem que já o tinhas obtido.
Tristes os olhos do moço que não tem!
👁️ 58
Duas Baladas
I
Vizinhos
Submerso nas lágrimas,
Desejos, sonhos e angústias,
Eles se prendem aos meus pés.
Quando estou no fundo,
Agora a todos conhecendo,
Sei o que devo saber,
Ou o que me permitiram
Os vencidos e desprezo os que sobraram!
Sou como eles?
Seguro em suas mãos?
Ajoelhado quero amá-los.
Sejam o que querem,
Nunca se esqueça
Sobre o que devem ser,
Acima de tudo,
Ainda estou aqui em baixo.
Se lembram de mim?
Quero isso, e vocês devem?
Mas não desejo o fim,
No qual vocês não querem também.
👁️ 66
Juno e Janus
"Entendedores entenderão,
Eis o Dia da Razão."
Os cães não dão opção
De que consome seu trono,
"Apartei-vos de mim que
Eu não vos conheço."
São rafeiros e vigias ao observá-la
Em seu explendor, mesmos
A descrevem com catadura pengada,
Mas são verídicos muafos presumidos .
Narram como críticos e efemérides na
Mais alta clareza e em seus rigores,
Mascarando suas enérgicas tensões.
Ela é tenra na brisa,
Uma princesa tão delicada,
Tão pura em sua polidez,
Pétalas das rozas de pêssego,
A magia entrelaçada na calcanhar.
O que pertence a si e seus cabelos,
Que refletem como um quasar
Entre as estrelas, livre como os ventos.
De mais teria, por si é uma constelação;
O que mais teria, já é o todo de tudo.
Amor maior não se pode ter,
Da coragem de proteger,
Os que jamais podem ser,
Aqueles mesmos, já que não mereça
Aqueles que ama; pela massa
De perdoar os que são culpados,
Animar os tristes e curá-los.
Vindes a mim merecedores,
Que eu vos conhecereis.
Os doadores de respeito,
Apreço, consideração, obediência
E veneração serão, pelo fato,
Já entendedores entendidos!
👁️ 76
Quasar - Minha Super Nova
(Soneto)
Com as cores frias e quentes,
Ele desperta, ainda na escuridão,
Mas seu brilho é maior que eles,
Quando no seu café acompanha.
Mesmo em preto e branco,
Suas luzes continuam a surgir.
Em meio o sem cor e o negro
Ele chora por quase desaparecer.
Sua amada, jamais tocada
Mas sempre em sua sombra.
Não pode tocá-la, um exército à cerca,
Seus semelhantes não o permitem tê-la.
Mesmo com os astros alinhados,
Não podem voar pelos céus,
Seu coração cai pelas nuvens,
Mas a chuva caiu
E ainda somos pequenos.
👁️ 62
Feixes Fúnebres de Luz
(Soneto)
Tanto em preto e branco
Tanto em preto e branco
Suas luzes continuam a surgir.
Em meio o sem cor e o negro,
Renasce como fênix e começa a bramir.
Raios de luz e nuvens com sua tristeza,
Lhe ajudam à novamente conversar,
Se expressando calada,
Como beijos de luz à se espalhar.
"Sem maiores cuidados elas descansam,"
Caídas, jogadas, empurradas, tombadas,
E quebradas nas cinzas elas retornam.
Mas vem o impuro e ainda quase estátuas,
São despidas, mesmo que não se alegram,
Como que desprotegidas, como que afogadas!
👁️ 77
A Expectativa da Desilusão
Minhas asas nadarão;
Meus pés voarão;
Minha cauda andará.
Nunca no mesmo caminho,
Adiante estará meu curso,
Assim ele também voará.
Meu finalmente, doce amor
Perdido, brando em seu calor,
Seu frio então queimará.
Os verdadeiros aqui viverão,
A me tocar aqui irão,
O inalcançável que reinará.
Ao doar seu imenso carinho,
Ao abraçar todos no ninho
Da amada ave que será:
A mais valiosa, seus diamantes,
Já perdidos o valor, são como antes,
Desde sempre os amará!
Seus raios brandam entendidos
Em meu corpo agora, se fazem presumidos,
Como aquele que você é, meu sol de Rá!
Seu calor me toca como neve,
És suave em seu amor brave,
Com você, farei e o momento se eternisará.
Em seus braços me carrega,
Para sempre amam, quando me pega,
Neles ficarei e para sempre irá!
Meus pés voarão;
Minha cauda andará.
Nunca no mesmo caminho,
Adiante estará meu curso,
Assim ele também voará.
Meu finalmente, doce amor
Perdido, brando em seu calor,
Seu frio então queimará.
Os verdadeiros aqui viverão,
A me tocar aqui irão,
O inalcançável que reinará.
Ao doar seu imenso carinho,
Ao abraçar todos no ninho
Da amada ave que será:
A mais valiosa, seus diamantes,
Já perdidos o valor, são como antes,
Desde sempre os amará!
Seus raios brandam entendidos
Em meu corpo agora, se fazem presumidos,
Como aquele que você é, meu sol de Rá!
Seu calor me toca como neve,
És suave em seu amor brave,
Com você, farei e o momento se eternisará.
Em seus braços me carrega,
Para sempre amam, quando me pega,
Neles ficarei e para sempre irá!
👁️ 66
Somente Isso
(Sextina)
Sempre pensam errado,
Não colocam na cabeça
O que estou sentindo.
Apenas não pensam
Como deve estar tudo,
Tudo isso que se passa
Na minha mente. Não,
Eles não sabem e
Nem usam a imaginação.
Quero saber o que sabem,
Que está dentro do coração
De todos que gosto.
Acham que não podem confiar
Em mim, por quê?
Nunca os fiz pensar
Isso sobre mim.
Sempre quis só amar,
Todos, e ter de volta
Os mesmos sentidos
Que lhes dou e mesmo que,
Quando triste, volto a amá-los,
Sempre. Mas penso que eles...
Eles não sentem. Não somos
Os mesmos e ainda iguais,
Iguais em desejos e em ser
Quem queremos. Fazemos
O que nos devev fazer
Mais que satisfeitos e felizes,
Na verdade, é querer
Ser o que somos de verdade.
Isso é o que nos une mais,
Quero isso nas palavras
E até mesmo nestes sais
Que nos temperam e
Me deixa assim, em paz,
Comigo e com todos vocês.
Quero e vou amar
Deliberadamente com os amigos,
E desejo que também o fazem!
Sempre pensam errado,
Não colocam na cabeça
O que estou sentindo.
Apenas não pensam
Como deve estar tudo,
Tudo isso que se passa
Na minha mente. Não,
Eles não sabem e
Nem usam a imaginação.
Quero saber o que sabem,
Que está dentro do coração
De todos que gosto.
Acham que não podem confiar
Em mim, por quê?
Nunca os fiz pensar
Isso sobre mim.
Sempre quis só amar,
Todos, e ter de volta
Os mesmos sentidos
Que lhes dou e mesmo que,
Quando triste, volto a amá-los,
Sempre. Mas penso que eles...
Eles não sentem. Não somos
Os mesmos e ainda iguais,
Iguais em desejos e em ser
Quem queremos. Fazemos
O que nos devev fazer
Mais que satisfeitos e felizes,
Na verdade, é querer
Ser o que somos de verdade.
Isso é o que nos une mais,
Quero isso nas palavras
E até mesmo nestes sais
Que nos temperam e
Me deixa assim, em paz,
Comigo e com todos vocês.
Quero e vou amar
Deliberadamente com os amigos,
E desejo que também o fazem!
👁️ 54
O Primeiro Futuro
Tudo surge do Caos,
Os grandes nascerão dele,
Após, os pequeninos
Aparecem para provir
Carrancos e catrancos,
Precisos na precisão da forma
Para o poder de sonhá-los,
Para o novo se desencadear.
Acaso irão recorrer a mim?
Assim, ao velho se memorizar,
Aquele da pomba ou corvo,
O que se dará no fim?
- Entre as estrelas devo estar-
Ou no início do novo.
Do Dragão Vermelho,
A estrela a lampejar,
Sem força tenta lembrar,
Sem lava como um beijo.
Os oriundos, lá próximo,
Os raios o fazem ficar,
Suas luzes são o trovar
Daquele nosso futuro.
👁️ 63
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