HugoDias

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Decidi criar este espaço para escrever, publicar e divulgar meus textos, explorando diversas formas de escrita. Aqui, compartilho minha paixão pela comunicação. Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência. Bem-vindo ao meu mundo de palavras e ideias!

n. 0000-12-14, Urandi

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Desejo

Outrem nascera uma vontade infinita 
Que atordoa e amargura a sanidade. 
Tardando pelos muros encantados 
e encarnados da mente.

Uma trombeta acorda o indivíduo 
Balançando uma vontade suprema;
De arder em sentidos alheios
Uma marca perfeita.

Tendenciando uma amargura tremenda
De sentir o calor da emoção 
em desencontro da fé.

Desvairado do compasso 
Desviado da razão 
da sensação de um desejo.
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Poemas

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Desejo

Outrem nascera uma vontade infinita 
Que atordoa e amargura a sanidade. 
Tardando pelos muros encantados 
e encarnados da mente.

Uma trombeta acorda o indivíduo 
Balançando uma vontade suprema;
De arder em sentidos alheios
Uma marca perfeita.

Tendenciando uma amargura tremenda
De sentir o calor da emoção 
em desencontro da fé.

Desvairado do compasso 
Desviado da razão 
da sensação de um desejo.
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Seres epifânicos

Existe seres epifânicos
Que possuem uma rara luz no olhar.
Procurando num ponto do infinito distante
A tão aclamada resposta.
Qual a pergunta?

Com medo da loucura tentam elucidar a racionalidade 
E mesmo sem explicação aparente
A realidade some e o medo da
loucura toma conta do ser
E a vida vive o ser e, o ser vive a vida.

Diante de uma insustentável leveza,
O medo da queda aparente.
A loucura se torna constante na fuga de si mesma.
Intempéries pensamentos da necessidade do momento
Forçam a volubilidade do ser.

Prelúdio de um novo momento
Em enxergar numa fração de pensamento
O fluido do tempo.
Os pensamentos, as perguntas e as repostas foram-se;
As dúvidas e as certezas misturam-se num turbilhão mental.

O medo retorna, a razão também, o chão agora é visível.
O sustentável peso do ser mostra-se sutil
Na medida e na dose do concreto e do abstrato.
Fundindo-se a força, a inconstância, a dúvida e a fragilidade.
Tentando conhecer a diferença entre o veneno e o remédio
Diante as doses de sanidade e de loucura.
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