Biografia
Decidi criar este espaço para escrever, publicar e divulgar meus textos, explorando diversas formas de escrita. Aqui, compartilho minha paixão pela comunicação.
Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência.
Bem-vindo ao meu mundo de palavras e ideias!
Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência.
Bem-vindo ao meu mundo de palavras e ideias!
Lista de Poemas
Total de poemas: 2
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Desejo
Outrem nascera uma vontade infinita
Que atordoa e amargura a sanidade.
Tardando pelos muros encantados
e encarnados da mente.
Uma trombeta acorda o indivíduo
Balançando uma vontade suprema;
De arder em sentidos alheios
Uma marca perfeita.
Tendenciando uma amargura tremenda
De sentir o calor da emoção
em desencontro da fé.
Desvairado do compasso
Desviado da razão
da sensação de um desejo.
Que atordoa e amargura a sanidade.
Tardando pelos muros encantados
e encarnados da mente.
Uma trombeta acorda o indivíduo
Balançando uma vontade suprema;
De arder em sentidos alheios
Uma marca perfeita.
Tendenciando uma amargura tremenda
De sentir o calor da emoção
em desencontro da fé.
Desvairado do compasso
Desviado da razão
da sensação de um desejo.
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Seres epifânicos
Existe seres epifânicos
Que possuem uma rara luz no olhar.
Procurando num ponto do infinito distante
A tão aclamada resposta.
Qual a pergunta?
Com medo da loucura tentam elucidar a racionalidade
E mesmo sem explicação aparente
A realidade some e o medo da
loucura toma conta do ser
E a vida vive o ser e, o ser vive a vida.
Diante de uma insustentável leveza,
O medo da queda aparente.
A loucura se torna constante na fuga de si mesma.
Intempéries pensamentos da necessidade do momento
Forçam a volubilidade do ser.
Prelúdio de um novo momento
Em enxergar numa fração de pensamento
O fluido do tempo.
Os pensamentos, as perguntas e as repostas foram-se;
As dúvidas e as certezas misturam-se num turbilhão mental.
O medo retorna, a razão também, o chão agora é visível.
O sustentável peso do ser mostra-se sutil
Na medida e na dose do concreto e do abstrato.
Fundindo-se a força, a inconstância, a dúvida e a fragilidade.
Tentando conhecer a diferença entre o veneno e o remédio
Diante as doses de sanidade e de loucura.
Que possuem uma rara luz no olhar.
Procurando num ponto do infinito distante
A tão aclamada resposta.
Qual a pergunta?
Com medo da loucura tentam elucidar a racionalidade
E mesmo sem explicação aparente
A realidade some e o medo da
loucura toma conta do ser
E a vida vive o ser e, o ser vive a vida.
Diante de uma insustentável leveza,
O medo da queda aparente.
A loucura se torna constante na fuga de si mesma.
Intempéries pensamentos da necessidade do momento
Forçam a volubilidade do ser.
Prelúdio de um novo momento
Em enxergar numa fração de pensamento
O fluido do tempo.
Os pensamentos, as perguntas e as repostas foram-se;
As dúvidas e as certezas misturam-se num turbilhão mental.
O medo retorna, a razão também, o chão agora é visível.
O sustentável peso do ser mostra-se sutil
Na medida e na dose do concreto e do abstrato.
Fundindo-se a força, a inconstância, a dúvida e a fragilidade.
Tentando conhecer a diferença entre o veneno e o remédio
Diante as doses de sanidade e de loucura.
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