Gustavo Matumoto

Gustavo Matumoto

n. 2003 BR BR

n. 2003-04-27

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Pássaros Ilusórios

Ao ver sobrevoarem,
sob minha janela persuasiva,
imagens de pássaros ilusórios,
que se perdem em suas próprias cores,
imagino a conciliação animal frente ao Universo,
que lhes impôs um destino egoísta,
contrário a argumentos insurgentes.
E só então reparo no enfrentamento humano
contra as leis cósmicas e invisíveis,
como pássaros que não se resignam a voar
e passam a indagar sobre suas asas.
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Poemas

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Pássaros Ilusórios

Ao ver sobrevoarem,
sob minha janela persuasiva,
imagens de pássaros ilusórios,
que se perdem em suas próprias cores,
imagino a conciliação animal frente ao Universo,
que lhes impôs um destino egoísta,
contrário a argumentos insurgentes.
E só então reparo no enfrentamento humano
contra as leis cósmicas e invisíveis,
como pássaros que não se resignam a voar
e passam a indagar sobre suas asas.
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Dissecação do Pensamento

Instantaneamente desce-me um manto de brilhante tecido roxo,
E a ele vem junto cinco pólvoras.
Uso-me desse endeusamento e desintegro os átomos exteriores,
que a um mando meu reorganizam-se em cores jamais vistas.
Esse é o coágulo do espírito.

Redes interiores que, sem precedentes, martirizam-se
ao contestar um outro martírio de gravidade maior.
Tempestade de areia, ao tempo resiste as ideias,
presentes sempre no não muito presente.

Pego-me dissecando os pensamentos com a lâmina sutil do alheamento.
Faço disso questões maiores, e não nego o impossível do possível,
distante de mim como ao céu a terra esverdeada.
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