Lista de Poemas
Cruz ou avião?
Com as coordenadas do sacerdote;
a cidade sonho foi erguida
candangos deram um trabalho firme e forte
banhada em esperanças; veio Brasília
Em 1823 teve o nome escolhido
de Lúcio Costa, o projeto escolhido
projeto que gerou uma indagação;
seria Brasília, cruz ou avião?
Aqui as pipas dominam o mar,
árvores coloridas, de se apaixonar
"Própria ao devaneio"
o quadradinho cabe um país inteiro
A junção de todo um povo
gera aqui, uma dúvida de novo:
brasilienses teriam então
sotaque, ou não?
a cidade sonho foi erguida
candangos deram um trabalho firme e forte
banhada em esperanças; veio Brasília
Em 1823 teve o nome escolhido
de Lúcio Costa, o projeto escolhido
projeto que gerou uma indagação;
seria Brasília, cruz ou avião?
Aqui as pipas dominam o mar,
árvores coloridas, de se apaixonar
"Própria ao devaneio"
o quadradinho cabe um país inteiro
A junção de todo um povo
gera aqui, uma dúvida de novo:
brasilienses teriam então
sotaque, ou não?
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Desejo
Dê-me um longo trago
que o pior do mundo eu faço
Dê-me um quente beijo
que o melhor em ti eu vejo
Paro para pensar e me entristeço
porque carrego em mim o desejo
de ter logo e por inteiro
o homem de sorriso ligeiro
Seu corpo no meu
em sincronia as respirações
"amo-te", "és minha", "sou teu"
lembro de todas as declarações
ouço o bater de seu coração,
mais uma poesia por minhas mãos
que o pior do mundo eu faço
Dê-me um quente beijo
que o melhor em ti eu vejo
Paro para pensar e me entristeço
porque carrego em mim o desejo
de ter logo e por inteiro
o homem de sorriso ligeiro
Seu corpo no meu
em sincronia as respirações
"amo-te", "és minha", "sou teu"
lembro de todas as declarações
ouço o bater de seu coração,
mais uma poesia por minhas mãos
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Profeta? não. Poeta
Tu me aguardavas na esquina
lá vinha eu, com o que te alucina
chamou-me por profetisa
neguei, sou poetisa
Se quiseres ácido, dê-me a mão,
estou aqui para te entorpecer
com o que trago aqui, caro irmão
juro, vais enloquecer
São palavras dançando no papel
quando ditas tem gosto de mel
disseram que os poetas estavam mortos
cá estamos, sempre à postos
Nos ignore se conseguir,
hora ou outra terás que ouvir
Se vieres a ler o que escrevo
meus versos serão teu desejo
lá vinha eu, com o que te alucina
chamou-me por profetisa
neguei, sou poetisa
Se quiseres ácido, dê-me a mão,
estou aqui para te entorpecer
com o que trago aqui, caro irmão
juro, vais enloquecer
São palavras dançando no papel
quando ditas tem gosto de mel
disseram que os poetas estavam mortos
cá estamos, sempre à postos
Nos ignore se conseguir,
hora ou outra terás que ouvir
Se vieres a ler o que escrevo
meus versos serão teu desejo
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