Lista de Poemas
Quando Realmente Escrevi
Quando Realmente Escrevi
Quando deixei de sorrir em falso,
Quando chorei por uma companhia.
Sempre que me escondia, buscava meu ser.
Preciso realmente viver
sentir que não preciso morrer, esconder-me.
Puxa vida! Corri, corri até cansar,
agora descanso...
Quando realmente escrevi,
Quando realmente chorei,
Quando realmente sorri,
Quando realmente senti a vida.
Peço ora você, ora eu.
Descreves o mar e suas pródigas aventuras.
Pois digo lhe:
escutes o cantar dos pássaros,
o perfume das flores,
o choro entremeado das árvores.
Aí corra, corra campo afora,
deite-se e olhe para cima
e veja as nuvens azuladas
passe a mão envolta e percebas
o macio do tapete verde.
Chorei. Talvez, eu não tenha o mar e a areia...
Mas sorri, porque tenho:
o verde,
os pássaros,
as flores,
a mata
e sua saudade...
Fernando Serrate
Sem Data, mas Eterna
👁️ 930
Procurando, achei...
Olho ao redor.
Tudo escuro pela penumbra.
Em que o mundo se coloca;
tudo tão escondido, perdido.
Mas a algo que reluz
assim como o sol
algo que emana uma luz.
Sim, está a minha frente.
Se aproxima como a lua
sorrateira!
Embebesse todo meu ser
deixa todos meus sentidos
em apuros!
Sim, coloque um toque manso.
É frágil, mas imponente.
Como a rosa,
pois tens suas armas,
espinhos calculados!
Mas que eu sei como pegar,
que sei como acariciar,
mas que sei como amar...
Fernando Serrate (05/09/1983)
Tudo escuro pela penumbra.
Em que o mundo se coloca;
tudo tão escondido, perdido.
Mas a algo que reluz
assim como o sol
algo que emana uma luz.
Sim, está a minha frente.
Se aproxima como a lua
sorrateira!
Embebesse todo meu ser
deixa todos meus sentidos
em apuros!
Sim, coloque um toque manso.
É frágil, mas imponente.
Como a rosa,
pois tens suas armas,
espinhos calculados!
Mas que eu sei como pegar,
que sei como acariciar,
mas que sei como amar...
Fernando Serrate (05/09/1983)
👁️ 318
Carta a Mãe
Carta a Mãe
É o filtro do olhar
Em que o amor torna
A vida em sonho!
Oh! É o eterno toque
Que faz os momentos
em infinitos retoques.
Não fiques longe.
Viva, mas não desapareça,
pois espero que sejas
eterna...
Fernando Serrate
12.12.87
👁️ 811
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
NoComments
Quando Realmente Escrevi
Quando deixei de sorrir em falso,
Quando chorei por uma companhia.
Sempre que me escondia, buscava meu ser.
Preciso realmente viver
sentir que não preciso morrer, esconder-me.
Puxa vida! Corri, corri até cansar,
agora descanso...
Quando realmente escrevi,
Quando realmente chorei,
Quando realmente sorri,
Quando realmente senti a vida.
Peço ora você, ora eu.
Descreves o mar e suas pródigas aventuras.
Pois digo lhe:
escutes o cantar dos pássaros,
o perfume das flores,
o choro entremeado das árvores.
Aí corra, corra campo afora,
deite-se e olhe para cima
e veja as nuvens azuladas
passe a mão envolta e percebas
o macio do tapete verde.
Chorei. Talvez, eu não tenha o mar e a areia...
Mas sorri, porque tenho:
o verde,
os pássaros,
as flores,
a mata
e sua saudade...
Fernando Serrate
Sem Data, mas Eterna
Português
English
Español