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Luiza Aurora
2018-11-13
Bonito e muito inteligente
Pobre da poesia que vive sem verso
Sem palavras sinceras e sem razão.
Pobre da vida que vive ao inverso
Triste e sem nenhuma solução.
Pobre do homem que vive o desapego
Se afundando em sua própria ignorância.
Pobre mesmo é da vida em desassossego
Juntos vivendo a sua arrogância.
Felizes são: o tempo e sua penitência.
Que sozinho vive pedindo esmola.
Triste é a sua sentença:
As palavras que nunca o consola.
Sem palavras sinceras e sem razão.
Pobre da vida que vive ao inverso
Triste e sem nenhuma solução.
Pobre do homem que vive o desapego
Se afundando em sua própria ignorância.
Pobre mesmo é da vida em desassossego
Juntos vivendo a sua arrogância.
Felizes são: o tempo e sua penitência.
Que sozinho vive pedindo esmola.
Triste é a sua sentença:
As palavras que nunca o consola.
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