Lista de Poemas

SIGNIFICÂNCIAS

Dentes limpos ficam brancos

cabelos se tornam brancos

versos sem rima são brancos

página não escrita também

a memória pode ter branco

quando esquece o que retém

armas brancas são cortantes

crianças são brancas

nos sonhos que têm

um bilhete branco não tem valor

fiquei branco de medo

vendo um filme de terror.
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SIGNIFICÂNCIAS

Dentes limpos ficam brancos

cabelos se tornam brancos

versos sem rima são brancos

página não escrita também

a memória pode ter branco

quando esquece o que retém

armas brancas são cortantes

crianças são brancas

nos sonhos que têm

um bilhete branco não tem valor

fiquei branco de medo

vendo um filme de terror.

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SIGNIFICÂNCIAS



Dentes limpos ficam brancos
cabelos se tornam brancos
versos sem rima são brancos
página não escrita também
a memória pode ter branco

quando esquece o que retém
armas cortantes são brancas
crianças também
nos sonhos que elas têm
um bilhete branco não tem valor
fiquei branco de medo
vendo um filme de terror.
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SIGNIFICÂNCIAS



Dentes limpos ficam brancos
cabelos se tornam brancos
versos sem rima são brancos
página não escrita também
a memória pode ter branco

quando esquece o que retém
armas cortantes são brancas
crianças também
nos sonhos que elas têm
um bilhete branco não tem valor
fiquei branco de medo
vendo um filme de terror.
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SEXO

A vela apagada chama

pela chama que gatilho

velar num ponto de flama

a chama que bem gatilho

 

na vela me chamo ao fogo

ilumino toda a casa

a mim mesmo dou-me louros

mas a chama me navalha

 

sou cortado em mil pedaços

pelo fogo que não queima

me queimando como escravo

num teima macio me ajeita

 

a chama me aquece louca

dando à casa ar celestino

surgem anjos insistindo

em me ver queimando à solta

 

entre a vela a derreter

e o meu fulgor a crescer

a casa dispara aplausos

tudo reverbera espasmos

 

ao fim dos cortes num plexo

a chama desfaz a vela

tudo lento e num reflexo

a casa volta ao que era

 

mesmo de volta ao escuro

por dentro sou puro brilho

no presilho do ar me fujo

ao outro ponto do gatilho.

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SEXO

A vela apagada chama

pela chama que gatilho

velar num ponto de flama

a chama que bem gatilho

 

na vela me chamo ao fogo

ilumino toda a casa

a mim mesmo dou-me louros

mas a chama me navalha

 

sou cortado em mil pedaços

pelo fogo que não queima

me queimando como escravo

num teima macio me ajeita

 

a chama me aquece louca

dando à casa ar celestino

surgem anjos insistindo

em me ver queimando à solta

 

entre a vela a derreter

e o meu fulgor a crescer

a casa dispara aplausos

tudo reverbera espasmos

 

ao fim dos cortes num plexo

a chama desfaz a vela

tudo lento e num reflexo

a casa volta ao que era

 

mesmo de volta ao escuro

por dentro sou puro brilho

no presilho do ar me fujo

ao outro ponto do gatilho.

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