Lista de Poemas
Total de poemas: 6
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SIGNIFICÂNCIAS
Dentes limpos ficam brancos
cabelos se tornam brancos
versos sem rima são brancos
página não escrita também
a memória pode ter branco
quando esquece o que retém
armas brancas são cortantes
crianças são brancas
nos sonhos que têm
um bilhete branco não tem valor
fiquei branco de medo
vendo um filme de terror.
cabelos se tornam brancos
versos sem rima são brancos
página não escrita também
a memória pode ter branco
quando esquece o que retém
armas brancas são cortantes
crianças são brancas
nos sonhos que têm
um bilhete branco não tem valor
fiquei branco de medo
vendo um filme de terror.
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SIGNIFICÂNCIAS
Dentes limpos ficam brancos
cabelos se tornam brancos
versos sem rima são brancos
página não escrita também
a memória pode ter branco
quando esquece o que retém
armas brancas são cortantes
crianças são brancas
nos sonhos que têm
um bilhete branco não tem valor
fiquei branco de medo
vendo um filme de terror.
cabelos se tornam brancos
versos sem rima são brancos
página não escrita também
a memória pode ter branco
quando esquece o que retém
armas brancas são cortantes
crianças são brancas
nos sonhos que têm
um bilhete branco não tem valor
fiquei branco de medo
vendo um filme de terror.
SIGNIFICÂNCIAS
Dentes limpos ficam brancos
cabelos se tornam brancos
versos sem rima são brancos
página não escrita também
a memória pode ter branco
a memória pode ter branco

quando esquece o que retém
armas cortantes são brancas
crianças também
nos sonhos que elas têm
um bilhete branco não tem valor
fiquei branco de medo
vendo um filme de terror.
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SIGNIFICÂNCIAS
Dentes limpos ficam brancos
cabelos se tornam brancos
versos sem rima são brancos
página não escrita também
a memória pode ter branco
a memória pode ter branco

quando esquece o que retém
armas cortantes são brancas
crianças também
nos sonhos que elas têm
um bilhete branco não tem valor
fiquei branco de medo
vendo um filme de terror.
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SEXO
A vela apagada chama
pela chama que gatilho
velar num ponto de flama
a chama que bem gatilho
na vela me chamo ao fogo
ilumino toda a casa
a mim mesmo dou-me louros
mas a chama me navalha
sou cortado em mil pedaços
pelo fogo que não queima
me queimando como escravo
num teima macio me ajeita
a chama me aquece louca
dando à casa ar celestino
surgem anjos insistindo
em me ver queimando à solta
entre a vela a derreter
e o meu fulgor a crescer
a casa dispara aplausos
tudo reverbera espasmos
ao fim dos cortes num plexo
a chama desfaz a vela
tudo lento e num reflexo
a casa volta ao que era
mesmo de volta ao escuro
por dentro sou puro brilho
no presilho do ar me fujo
ao outro ponto do gatilho.
pela chama que gatilho
velar num ponto de flama
a chama que bem gatilho
na vela me chamo ao fogo
ilumino toda a casa
a mim mesmo dou-me louros
mas a chama me navalha
sou cortado em mil pedaços
pelo fogo que não queima
me queimando como escravo
num teima macio me ajeita
a chama me aquece louca
dando à casa ar celestino
surgem anjos insistindo
em me ver queimando à solta
entre a vela a derreter
e o meu fulgor a crescer
a casa dispara aplausos
tudo reverbera espasmos
ao fim dos cortes num plexo
a chama desfaz a vela
tudo lento e num reflexo
a casa volta ao que era
mesmo de volta ao escuro
por dentro sou puro brilho
no presilho do ar me fujo
ao outro ponto do gatilho.
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SEXO
A vela apagada chama
pela chama que gatilho
velar num ponto de flama
a chama que bem gatilho
na vela me chamo ao fogo
ilumino toda a casa
a mim mesmo dou-me louros
mas a chama me navalha
sou cortado em mil pedaços
pelo fogo que não queima
me queimando como escravo
num teima macio me ajeita
a chama me aquece louca
dando à casa ar celestino
surgem anjos insistindo
em me ver queimando à solta
entre a vela a derreter
e o meu fulgor a crescer
a casa dispara aplausos
tudo reverbera espasmos
ao fim dos cortes num plexo
a chama desfaz a vela
tudo lento e num reflexo
a casa volta ao que era
mesmo de volta ao escuro
por dentro sou puro brilho
no presilho do ar me fujo
ao outro ponto do gatilho.
pela chama que gatilho
velar num ponto de flama
a chama que bem gatilho
na vela me chamo ao fogo
ilumino toda a casa
a mim mesmo dou-me louros
mas a chama me navalha
sou cortado em mil pedaços
pelo fogo que não queima
me queimando como escravo
num teima macio me ajeita
a chama me aquece louca
dando à casa ar celestino
surgem anjos insistindo
em me ver queimando à solta
entre a vela a derreter
e o meu fulgor a crescer
a casa dispara aplausos
tudo reverbera espasmos
ao fim dos cortes num plexo
a chama desfaz a vela
tudo lento e num reflexo
a casa volta ao que era
mesmo de volta ao escuro
por dentro sou puro brilho
no presilho do ar me fujo
ao outro ponto do gatilho.
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