Lista de Poemas
Total de poemas: 3
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Intensamente
Hei– de viver a vida, que eu chamo vida,
aquela que em mim vive e que no meu sangue corre,
aquela que me liberta a alma, a que nunca é vencida,
a vida, que no mundo vive na mais alta torre.
A que de lutas vive, a que de suores jorre
cansaços e desconfortos, mas por mim escolhida,
a vida que me faça sentir, que nunca se morre,
a que imortalize o poder de nunca ser esquecida.
Hei–de viver a vida assim intensamente,
onde o meu olhar se perderá eternamente,
nos desígnios que o amor me ofereceu um dia.
Poderá ser singular, esta minha maneira de viver,
mas será sempre a única forma de não morrer,
ao dar–me a vida, que sem a viver, pereceria.
Eduardo Mesquita
aquela que em mim vive e que no meu sangue corre,
aquela que me liberta a alma, a que nunca é vencida,
a vida, que no mundo vive na mais alta torre.
A que de lutas vive, a que de suores jorre
cansaços e desconfortos, mas por mim escolhida,
a vida que me faça sentir, que nunca se morre,
a que imortalize o poder de nunca ser esquecida.
Hei–de viver a vida assim intensamente,
onde o meu olhar se perderá eternamente,
nos desígnios que o amor me ofereceu um dia.
Poderá ser singular, esta minha maneira de viver,
mas será sempre a única forma de não morrer,
ao dar–me a vida, que sem a viver, pereceria.
Eduardo Mesquita
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Beleza
Linda esta paisagem, de um Outono que chegou,
colorindo as árvores de quentes magias,
num abençoado momento em que a natureza pintou
o sol e a chuva, em cores quentes e sombrias.
Sinais da vida, numa subtileza, que o meu ser despertou,
onde a paz se oferta, divina, em suaves ousadias,
desafiando os descrentes, num colorido que ficou
gravado numa tela por onde passam os meus dias.
Mais um entardecer, mais um rutilo momento,
que me enleva suavemente a ver outras telas,
onde as folhas das árvores dançam, ao som do vento.
Meus olhos se abrem, como duas grandes janelas,
por sentir que a razão de todo o meu deslumbramento,
foi ver tantas belezas... e tu seres a maior delas.
Eduardo Mesquita
colorindo as árvores de quentes magias,
num abençoado momento em que a natureza pintou
o sol e a chuva, em cores quentes e sombrias.
Sinais da vida, numa subtileza, que o meu ser despertou,
onde a paz se oferta, divina, em suaves ousadias,
desafiando os descrentes, num colorido que ficou
gravado numa tela por onde passam os meus dias.
Mais um entardecer, mais um rutilo momento,
que me enleva suavemente a ver outras telas,
onde as folhas das árvores dançam, ao som do vento.
Meus olhos se abrem, como duas grandes janelas,
por sentir que a razão de todo o meu deslumbramento,
foi ver tantas belezas... e tu seres a maior delas.
Eduardo Mesquita
👁️ 4
Penumbra
Quando o sol por detrás das nuvens desaparece
se abrem sempre os meus olhos com prazer,
é como esperar o momento quando anoitece,
onde a escuridão ensina os meus olhos a ver.
Que alívio então que em mim acontece,
por sentir que á minha volta se pode esconder,
o destino, que na minha vida mais parece,
uma noite em que nunca irá amanhecer.
Melhor assim que se ensombre toda a luz,
onde possa esconder o pesar da minha cruz,
para que ninguém assista à minha desgraça.
Prefiro mil vezes, pela ventura ser esquecido,
do que mostrar-me ao mundo arrependido,
por encontrar esta penumbra que me abraça.
Eduardo Mesquita
se abrem sempre os meus olhos com prazer,
é como esperar o momento quando anoitece,
onde a escuridão ensina os meus olhos a ver.
Que alívio então que em mim acontece,
por sentir que á minha volta se pode esconder,
o destino, que na minha vida mais parece,
uma noite em que nunca irá amanhecer.
Melhor assim que se ensombre toda a luz,
onde possa esconder o pesar da minha cruz,
para que ninguém assista à minha desgraça.
Prefiro mil vezes, pela ventura ser esquecido,
do que mostrar-me ao mundo arrependido,
por encontrar esta penumbra que me abraça.
Eduardo Mesquita
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