Diego Joaquín

Diego Joaquín

n. 1995 BR BR

Amante do sentir, de coração desengonçado e caminhar torpe. Mais vivo do que morto, até que as palavras deixem de servir-me.

n. 1995-12-22, Montevidéu

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ELA, FOGO

Ela, intensa
Naqueles olhos os desejos fervem
E quando me toca, quando a sinto
incendeio-me.

Fogo ela é
Do tipo que se alastra
do tipo que atiça 
e devora

Tudo arde, queima
Os corpos dissolvem-se
os mundos se encontram
na intenção de fundir-se

suor e saliva
couro e carne
mente e alma
Eu e ela
Fogo.
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Poemas

2

Escrevendo o que não cabe

Escrevendo o que não cabe
neste peito que vive apertado
deixo sair o que ninguém sabe
sobre o que eu sinto e sou
e assim, vestido de palavras
destilo meus fantasmas
e dando-lhes propósito
deixo que corram soltos
e admiro a vastidão
de tudo que me habita
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ELA, FOGO

Ela, intensa
Naqueles olhos os desejos fervem
E quando me toca, quando a sinto
incendeio-me.

Fogo ela é
Do tipo que se alastra
do tipo que atiça 
e devora

Tudo arde, queima
Os corpos dissolvem-se
os mundos se encontram
na intenção de fundir-se

suor e saliva
couro e carne
mente e alma
Eu e ela
Fogo.
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