cello_gus

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n. 1996 BR BR

21, sagitário, escrevo o que o corpo não consegue falar. "Faço da minha vida uma linha e não um traço."

n. 1996-11-30, Maranhão

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Meu Caminho

Olho o passado e vejo o que errei
Aplico no presente o que acertei
Vou em frente e percebo que já não posso mais parar
Pois a imensidão do mundo quer me devorar
Continuo no meu caminho sem parar
Errando, acertando, essa é a vida que quero transformar
Agora sei que imensidão do mundo não pode me engolir.
Quero saber então o quão longe posso ir
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Poemas

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Meu Caminho

Olho o passado e vejo o que errei
Aplico no presente o que acertei
Vou em frente e percebo que já não posso mais parar
Pois a imensidão do mundo quer me devorar
Continuo no meu caminho sem parar
Errando, acertando, essa é a vida que quero transformar
Agora sei que imensidão do mundo não pode me engolir.
Quero saber então o quão longe posso ir
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Olhar Torto

De repente tudo parece tão torto,
as pessoas, as coisas.
Aqueles que eram retos,
perfeitos estão tortos,
aqueles que já eram tortos,
imperfeitos estão ainda mais.
Olho no espelho, reflito...
as pessoas não ficaram
ou estão mais tortas,
a verdade é:
Meus óculos estão.
Lembro-me agora
do momento que os quebrei,
daquele maldito momento
que os quebrei!
Queria não ter feito isso, mas fiz.
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Sonho Real

Dizem que devemos tornar nossos "sonhos" realidade
Pois bem, eu tive um sonho
Nele acariciei um rosto sorridente, feliz
Cabelo longo cuja cor o sonho não me permitiu definir
Mesmo assim eu a reconheci, sim a reconheci
Devo então tornar esse sonho realidade?
Talvez, se aquele rosto permitir
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