Lista de Poemas
10/06/18
Afirmo que tal coreografia não há igual
Meus olhos dançam, sem saber para onde olhar,
Não conseguem acreditar que um ser tão pequeno tantos sinônimos de beleza possa portar.
E no delírio dos meus olhos você está,
Causando dores de cabeça, mil e uma enxaquecas.
Pois simplesmente eles dançam, sem saber para onde olhar.
Bruno Galvão
Meus olhos dançam, sem saber para onde olhar,
Não conseguem acreditar que um ser tão pequeno tantos sinônimos de beleza possa portar.
E no delírio dos meus olhos você está,
Causando dores de cabeça, mil e uma enxaquecas.
Pois simplesmente eles dançam, sem saber para onde olhar.
Bruno Galvão
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21/10/18
Em meu ato consuetudinário de me debruçar,
Na opulência de meu pensar
É fácil uma vida vislumbrar
Sem nem sair do lugar.
Entristecendo nossa essência
Demonstrando falhas e ausências
E em segundos nos pondo lá
No epílogo da existência.
Bruno Galvão
Na opulência de meu pensar
É fácil uma vida vislumbrar
Sem nem sair do lugar.
Entristecendo nossa essência
Demonstrando falhas e ausências
E em segundos nos pondo lá
No epílogo da existência.
Bruno Galvão
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22/11/18
Rótulos na certa são a incerteza,
São tentativas falhas de individualizar a beleza.
Permitir ser rotulado
É assinar a própria sentença,
Aos olhos de outros ter sempre a mesma aparência,
Seja Q ou E
Te rotulam como letra.
Bruno Galvão
São tentativas falhas de individualizar a beleza.
Permitir ser rotulado
É assinar a própria sentença,
Aos olhos de outros ter sempre a mesma aparência,
Seja Q ou E
Te rotulam como letra.
Bruno Galvão
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