Ana Rosenrot

Ana Rosenrot

n. 1977 -- --

Sou escritora, cineasta e ativista cultural. Sou criadora e editora da Revista LiteraLivre.

n. 1977-11-16, Jacareí

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Noite Especial

Hoje a noite é minha,

Deixei para trás os deveres que tinha...

O celular desligado, o relógio parado,

Estou em paz, e sozinha...


Não quero luzes acesas,

Iluminando minhas tristezas;

Esquecerei as decepções,

Vencerei minhas frustrações,

A alma livre, sem inibições...

O silêncio a dominar,

Vela perfumada a queimar,

Sem palavras para machucar,

Sem batalhas para lutar,

Minhas feridas a cicatrizar.


A luz da lua pela janela,

Não sou mais uma mulher a lamentar,

Esqueço norma e cautela,

Sou menininha a cantar,

Cantigas que o silêncio me faz lembrar...

Roda a roda a girar...

A noite acabou,

Pra realidade tenho que voltar,

Estou no espelho a me maquiar, me fantasiar, me camuflar...

Para esconder quem eu realmente sou,

As dores do meu mundo, novamente enfrentar,

Até outra noite especial chegar.


Ana Rosenrot
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Biografia
Sou escritora, cineasta e ativista cultural, assinei por 4 anos a Coluna CULTíssimo, na Revista Suíça Varal do Brasil, tive trabalhos expostos no Consulado Brasileiro da Suíça e no Principado de Liechtenstein, participei de diversas antologias e recebi vários prêmios literários, destaque para o Troféu Jorge T. Rizzini pelo 1º lugar no Concurso de Contos e Poesias com Temática Espírita em 2012 e 2013; periodicamente escrevo textos para revistas internacionais. No cinema trabalho com produções independentes, dirigindo e produzindo longas e curtas-metragens; participei de vários festivais e mostras em todo o mundo, a maioria com filmes do gênero Terror, Trash ou Sci-fi. Recebei também 7 estatuetas do Prêmio Corvo de Gesso (2013-14-15 - 17). Sou criadora e editora da Revista LiteraLivre, uma publicação bimestral que tem como objetivo unir escritores de todo o mundo, num intercâmbio literário entre escritores e leitores da Língua Portuguesa.

Poemas

1

Noite Especial

Hoje a noite é minha,

Deixei para trás os deveres que tinha...

O celular desligado, o relógio parado,

Estou em paz, e sozinha...


Não quero luzes acesas,

Iluminando minhas tristezas;

Esquecerei as decepções,

Vencerei minhas frustrações,

A alma livre, sem inibições...

O silêncio a dominar,

Vela perfumada a queimar,

Sem palavras para machucar,

Sem batalhas para lutar,

Minhas feridas a cicatrizar.


A luz da lua pela janela,

Não sou mais uma mulher a lamentar,

Esqueço norma e cautela,

Sou menininha a cantar,

Cantigas que o silêncio me faz lembrar...

Roda a roda a girar...

A noite acabou,

Pra realidade tenho que voltar,

Estou no espelho a me maquiar, me fantasiar, me camuflar...

Para esconder quem eu realmente sou,

As dores do meu mundo, novamente enfrentar,

Até outra noite especial chegar.


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