Allan Gabriel

Allan Gabriel

n. 2002 BR BR

"Se fossemos desistir pela pouca fé, não conseguiríamos nem andar."

n. 2002-11-26, Maringá

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Versos submersos

Um adeus mal entendido
Um relacionamento mal explicado,
Um amor maldoso
Um ódio indesejado.

O peito aguenta
Homem de aço,
Apenas o peito
Mente, estilhaço.

Eu tive sede de veneno
Saciei,
Eu amei uma naja
Mudei...

Ocasião?
Dupla personalidade,
O amor reconstrói vida
Enquanto fujo pela cidade.

Me afundei na nícotina
Resolveu porra nenhuma,
Só resultou em despreso
Vício e lacuna.

Meus amigos não existiam
Me pergunto "qual?"
Dizer que tô sozinho?
Legal.

Mas a gente segue vivendo
Mesmo com todo mal que fez,
Poeira o vento leva
Ou nos engasgamos de uma vez.
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Poemas

1

Versos submersos

Um adeus mal entendido
Um relacionamento mal explicado,
Um amor maldoso
Um ódio indesejado.

O peito aguenta
Homem de aço,
Apenas o peito
Mente, estilhaço.

Eu tive sede de veneno
Saciei,
Eu amei uma naja
Mudei...

Ocasião?
Dupla personalidade,
O amor reconstrói vida
Enquanto fujo pela cidade.

Me afundei na nícotina
Resolveu porra nenhuma,
Só resultou em despreso
Vício e lacuna.

Meus amigos não existiam
Me pergunto "qual?"
Dizer que tô sozinho?
Legal.

Mas a gente segue vivendo
Mesmo com todo mal que fez,
Poeira o vento leva
Ou nos engasgamos de uma vez.
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