CAMPO DE LEMBRANÇAS.


Ele pega sua ferramenta e vai para o campo.
Ele ara o campo, como seu avô o fez antes dele e seu pai também.
Aquele campo cercado de lembranças.
Ele cresceu, criou e morreu ali.
 
O sol jaz ao alto.
 
Tamanho meio dia ele ainda persiste na terá seca e batida.
Ali a água de seu suor rega as sementes.
 
Seu local particular.
Seu lar infinito de lembranças.
 
Ao final do dia sua enxada jaz de lado.
O sol se põe tão logo como nasceu.
Junto com as lembranças de sua infância seca.
Ele levanta e vai para casa,
pois amanhã deve voltar e regar novamente as lembranças no campo.
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