Escritas

Socorro

Heinrick

Tem um homem armado na minha casa
A pouco ele entrou pela minha mente
Saiu pelos pulsos, queimando como brasa
A pouco sai do ventre o meu sangue fervente

A anos se escondia, foi inteligente
Saiu do escuro com um golpe veemente

Vou mata-lo, vã simplicidade
Curioso. Mesma cor, mesma face, mesma idade
Temos a mesma dor e a mesma maldade

Adeus jovem criança, que brinca de poeta
Que nas palavras de morte
Que nas dores do corte
Não passa de um falso profeta

Profetizando do próprio suícidio

Escuta, homenzinho de sangue, que saí do meu pulso
Eu sinto o que tu sente, que ninguém se importa

Nós somos como o útlimo verso
Sem rima e métrica

Só o sentimento de tristeza e

solidão




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