A FARSA QUE NÓS VIVEMOS
Victor Araújo
1 min min de leitura

As coisas mudaram,
mas a farsa continua a mesma.
A essência do interesse permanece
como uma sólida rocha milenar.
A perversidade como efeito do poder.
O direito de imbecializar-se.
A religião que apenas complementa
a saciedade nefasta das criaturas.
A supremacia do material eclode,
em sua insanidade,
a idiotização do proprietário.
O dinheiro como epicentro do todo.
Um reino de valores ilusórios.
Falsos paladinos da justiça social.
A opressão dos falsos oprimidos.
A farsa que nós vivemos.
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