TEMOR


Eu temo
 e temo tudo.
 e nem sei por que eu temo.
 
Perco-me pelas trevas sem fim.
Tenebrosa escuridão do céu de meio dia.
 
Amedrontado em plena terra de homens bons.
Se a contemplo por muito tempo, eu temo.
Que mistério é esse do bom cidadão?
Não sei por que padeço de horror! Pois é algo cotidiano.
 
Um náufrago da vida.
Eu sou um navio sem mastros,
pois o mesmo se perdeu na tempestade de ilusões.
 
 
(Joathã Andrade)
221 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.