O cantar da solidão
O Cantar da solidão
Os meus sentidos divagam
Já sem conseguir suportar tanta indiferença
São tantas as razões que nos fizeram chegar até aqui
O Amor nos traz a vida
Mas também a leva.
No momento em que é necessário o perdão
O Amor entra num dilema
Em que as feridas mal cicatrizadas ficam expostas
Voltando a sangrar
Nunca é tarde para repensarmos.
E, de repente
Tudo o que outrora era duvida se torna certeza
O fracasso imediatamente inebria qualquer alívio
Sem razões para crer, para voltar a amar
E tudo apenas se resume no agora.
Viver é ir além de nossas expectativas
É sanar as feridas abertas
É sonhar que de alguma maneira tudo será completamente diferente
É instigar o gozo que vejo em teu rosto.
Carlos de Campos
Os meus sentidos divagam
Já sem conseguir suportar tanta indiferença
São tantas as razões que nos fizeram chegar até aqui
O Amor nos traz a vida
Mas também a leva.
No momento em que é necessário o perdão
O Amor entra num dilema
Em que as feridas mal cicatrizadas ficam expostas
Voltando a sangrar
Nunca é tarde para repensarmos.
E, de repente
Tudo o que outrora era duvida se torna certeza
O fracasso imediatamente inebria qualquer alívio
Sem razões para crer, para voltar a amar
E tudo apenas se resume no agora.
Viver é ir além de nossas expectativas
É sanar as feridas abertas
É sonhar que de alguma maneira tudo será completamente diferente
É instigar o gozo que vejo em teu rosto.
Carlos de Campos
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