Conforto

E quando a doce razão morre
No orizonte, só, na névoa do ar
Tudo que sou foge na brisa 
E algo maior vem despertar

Como uma esperança funebre
Em um suspiro de gozo dor 
Vem a leveza da vida 
De um conforto amador

E de súbito tudo se pontua
A um fato pior
O mesmo cálice que cura 
Perpetua uma dor maior.
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