Onde está o erro?
Frederico de Castro

A escada solitária presa ao corrimão
Do tempo, ali não mais está
A porta de esguelha fecha-se quiçá
Ao lado de cinco degraus mais acolá
Com elegância e delicadeza se desenha
Esta obra prima qual pantomina estilística
Estatelada entre as couceiras e a maçaneta
De uma engenhosa arquitectura tão heurística
Frederico de Castro
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