Escritas

Apenas eu

CORASSIS




Hoje é tarde de muitas andanças

Onde também resolvo amadurecer para a vida

O tempo irredutível afinal resolve

Conceder-me um instante para me decidir

Pela luz em meu caminho

Há muitas solidões pertenço

Anônimo na vida peguei a estrada errada

Se entristeço ou fortaleço

Eu não sei onde vou parar

E uma roda gigante sem parque

Tantos rumos que fazem o mundo

Mas nada me pertence, nada me serve ainda

Talvez morra, desprovido de ameaças fatais?

A felicidade então comemorarei?

A mão humana que rege o mundo

Tem a mão Divina ao lado,

Pobre mão humana que é inerte aos céus,

Mas pensa que é grande e tudo pode.

Penso em todo mal que fazemos

Em cada afetação 

Em cada lágrima.

E quando acordarmos deste sono,

Como seremos recepcionados?

Quantos passos serão necessários até Vós?

Em minha mente uma eternidade de indagações

Talvez muitos, talvez nenhum?

Hoje todos indicam um caminho

A realidade até agora perversa

Hoje prefiro não sonhar tanto

E já penso em que me falte o sono.
“AMAI VÓS UNS AOS OUTROS ASSIM COMO EU VÓS AMEI”

Será que de uma legião, só praticam alguns.

Que foram enviados como anjos benévolos?
570 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão ToPostComment