Você
k11032003
Você é o vazio que consome a sala
A solidão que ocupa meus dias
O tremor de uma noite acordada
É a mutilação do silêncio
O nevoeiro perante a calmaria de meu pranto
É o medo que desola a alma
O branco que ocupa o papel
A mentira que desvaira o simples toque
É o espaço entre as notas de uma musica
O verso rasgado que se esconde embaixo da cama
O som que estremece o corredor
É a voz que desinquieta meu eu
Que retira meus pés do caminho
Que corta o breu de uma correnteza encoberta
Você,sou eu em meio ao nada
É o sangue no tapete de entrada
É a neve que cai sobre meus braços
É a incerteza das horas
A nudez no olhar,o choro que quebra o barulho sem sessar
Você é o trago que jamais ousei tragar para longe de mim
É o modo vago de pensamentos turbulentos
É a nostalgia que arranca meus pedaços sem alguma anuência válida
A corda que você me jogou foi a mesma que me enforquei.
Não lhe permiti que a apresente,eu já há conheço
Você é a flutuação do perigo em meu leito
Você está dentre a mim,você,sou eu!
A solidão que ocupa meus dias
O tremor de uma noite acordada
É a mutilação do silêncio
O nevoeiro perante a calmaria de meu pranto
É o medo que desola a alma
O branco que ocupa o papel
A mentira que desvaira o simples toque
É o espaço entre as notas de uma musica
O verso rasgado que se esconde embaixo da cama
O som que estremece o corredor
É a voz que desinquieta meu eu
Que retira meus pés do caminho
Que corta o breu de uma correnteza encoberta
Você,sou eu em meio ao nada
É o sangue no tapete de entrada
É a neve que cai sobre meus braços
É a incerteza das horas
A nudez no olhar,o choro que quebra o barulho sem sessar
Você é o trago que jamais ousei tragar para longe de mim
É o modo vago de pensamentos turbulentos
É a nostalgia que arranca meus pedaços sem alguma anuência válida
A corda que você me jogou foi a mesma que me enforquei.
Não lhe permiti que a apresente,eu já há conheço
Você é a flutuação do perigo em meu leito
Você está dentre a mim,você,sou eu!
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