Inferno Corvinata

Inferno este árido e úmido

Incolor e colorido

Já não mais aguento

Minha existência fria e nojenta

Como um cadáver em putrefação

As chamas do ruim

Sempre vem até mim

Será que vivo o inferno sem fim

Morram sensações que se liberte minh'alma

Para a transcendência sem

A quintessência de amores

A penas dores sem cores

Ouvi o crocitar do corvo

Em meio ao povo de sombras

A morte vem me assombrar.

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