Escritas

Soneto [E eu de cá: mui rijo e díspar, em prece]

Azir de Viscault
E eu de cá: mui rijo e díspar, em prece
Queixando-me sob panteão, destarte
Até que nume me queira que farte
Desta atividade - que me arrefece.

Conjugai-me! Que apenas em quermesse
Identifico-me à dar-nos, e dar-te:
- 'A mor figura verossímil da arte';
Ou símil cousa, que vo-lo enobrece.

Como sequaz, emulado beato
Qu'o enceto genuíno do artefato
Perene condiz - vis à iluminada.

Tredo? Qui-la beata luzidia,
Sob o véu valoroso que lha via:
'A decorossíssima inominada'.