Infinitos
Foram-se os infinitos...
Vivendo sonhos
e criando versos,
versando sem versar.
Mãos vazias e
pés descalços,
conduzem ao destino
em que me encontro.
São tantos infinitos
que insisto, suplico:
não quero mais versar.
E, sem medo espero...
o caminho por entre
passagens de um abstrato
violeta qualquer.
Um infinito por vez,
para não viver
nos braços de um destino
Onipresente.
Fábio Aiolfi
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* Este poema foi publicado:
2018- Infinitos [zine]
2018- Entardecer – Antologia Poética
2019- Revista Caderno Literário nº 74 Jul/2019
2019- Abstrato [zine]
2022- Revista "Barbante" nº50 Nov/2022
2023- Antologia Poética – Flor de Laranjeira
2026- Folhinha Poética (20 de Agosto de 2026)
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