Poema Cerebral

Tudo o que vejo é do avesso

Procuro recomeços
Além do cérebro reptiliano

Caio no campo das emoções

Caio, deito, não saio

Enquanto a dor não der seu xeque mate

Levanto exaurida
Apesar da dor há vida

Celebro o cérebro trino
Quando chego na cognição

Sabendo que o corpo que existo
É um rarefeito canal de muitas lições

Hora de dormir

Quando aí sim

Quem sabe descobrir

O porquê vim.
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