15/09/19
EMILY CAMARGO DO NASCIMENTO
1 min min de leitura
Há dias em que eu acordo sem o brilho em meus olhos
como se uma feroz escuridão devastasse o meu ser parte por parte
não é como se arrancasse toda a esperança enraizada em meu coração febril
É como se pequenas lampadas estivessem apagadas na arvore de natal.
O tic-tac do relogio é ainda mais cruel nesses dias
Ele me mostra amargamente os minutos de vida perdidos no vazio
O desespero que pesa como pedra sobre o peito toma conta
Não há reação, não há como fugir.
Há dois copos sobre mesa de jantar, um deles contendo alegria em capsulas
O outro o Veneno liquido que liberta
Eu recuso ambos.
Afinal de contas a noite chega para todos
E amanhã, pode ser que meus olhos se iluminem com o amanhecer.
como se uma feroz escuridão devastasse o meu ser parte por parte
não é como se arrancasse toda a esperança enraizada em meu coração febril
É como se pequenas lampadas estivessem apagadas na arvore de natal.
O tic-tac do relogio é ainda mais cruel nesses dias
Ele me mostra amargamente os minutos de vida perdidos no vazio
O desespero que pesa como pedra sobre o peito toma conta
Não há reação, não há como fugir.
Há dois copos sobre mesa de jantar, um deles contendo alegria em capsulas
O outro o Veneno liquido que liberta
Eu recuso ambos.
Afinal de contas a noite chega para todos
E amanhã, pode ser que meus olhos se iluminem com o amanhecer.
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