Desencontro adjacente, prazer imanente
mgenthbjpafa21
Um desencontro adjacente aos recantos da mente
Ocupados, ensimesmados, alterados, alienados, desocupados
No arrasto de perna hirta no encorrilhado do caminho,
Enrugado na contorcida face que a um esgar se lança
Na dança da desilusão por entre linhas duma erodida razão,
Erodida, cansada, abandonada de si caída na calçada de aí,
Meandros de conhecidos caminhos barrocos revisitados,
Que Outrora percorri e nem vi, ou não me apercebi.
Nunca nunca nunca, jamais me imaginei na orla desta espelunca.
Castelos de cabelos acumulados, já retirados, pairam.
Na antecâmara da realidade, fragmentos de momentos tristonhos
Aguardam na fila, de senha na mão, sem manteiga no pão.
A sereia da desregulamentação financeira acena com hipnótico canto
Ao Europeu continente e ilhas em caótico desencanto,
E os psy problemas rodam no desencontro dos opostos que se buscam
Para estrepitosamente fundir as arestas serrilhadas,
Em lâminas afiadas e partículas de exótica chromodinamica.
Toda uma dinâmica intrincada reduzida num olhar
Uma vista do alto de um sobressalto que sucede ao inconsciente solto
Num desencontro adjacente aos Meandros da doente Serpente.
Ouroboros, cidade de mouros, cerco de Lisboa, palavras à toa
Script esquecido, nua sincronização, altos castelos,
Que não são uma ilusão, mas nem verdes nem amarelos.
Castelos de desencontro não se agarram com a razão.
E esta é apenas a nossa racionalização das danças
Druidicas, celticas , lusitanas, cerimónias humanas,
No princípio não era o verbo, práticas arcanas,
Era mais para o prazer inconfessável
Que rodeia uma fogueira sob a lua cheia.
Uma lua de emoção numa noite de Verão.
Humilhação cosmológica, antropológica, gnoseológica,
Antes de tudo isso e mais, quem sabe se estivesse melhor
Sem World in data, caro Max, sem parallax nem antrax,
Não no sentido racional, não no sentido da qualidade de vida
Mais numa vida de qualidade, curta, misteriosa e intensa,
E afinal, na mensura da humana nomenclatura, verdadeira e imensa.
Ocupados, ensimesmados, alterados, alienados, desocupados
No arrasto de perna hirta no encorrilhado do caminho,
Enrugado na contorcida face que a um esgar se lança
Na dança da desilusão por entre linhas duma erodida razão,
Erodida, cansada, abandonada de si caída na calçada de aí,
Meandros de conhecidos caminhos barrocos revisitados,
Que Outrora percorri e nem vi, ou não me apercebi.
Nunca nunca nunca, jamais me imaginei na orla desta espelunca.
Castelos de cabelos acumulados, já retirados, pairam.
Na antecâmara da realidade, fragmentos de momentos tristonhos
Aguardam na fila, de senha na mão, sem manteiga no pão.
A sereia da desregulamentação financeira acena com hipnótico canto
Ao Europeu continente e ilhas em caótico desencanto,
E os psy problemas rodam no desencontro dos opostos que se buscam
Para estrepitosamente fundir as arestas serrilhadas,
Em lâminas afiadas e partículas de exótica chromodinamica.
Toda uma dinâmica intrincada reduzida num olhar
Uma vista do alto de um sobressalto que sucede ao inconsciente solto
Num desencontro adjacente aos Meandros da doente Serpente.
Ouroboros, cidade de mouros, cerco de Lisboa, palavras à toa
Script esquecido, nua sincronização, altos castelos,
Que não são uma ilusão, mas nem verdes nem amarelos.
Castelos de desencontro não se agarram com a razão.
E esta é apenas a nossa racionalização das danças
Druidicas, celticas , lusitanas, cerimónias humanas,
No princípio não era o verbo, práticas arcanas,
Era mais para o prazer inconfessável
Que rodeia uma fogueira sob a lua cheia.
Uma lua de emoção numa noite de Verão.
Humilhação cosmológica, antropológica, gnoseológica,
Antes de tudo isso e mais, quem sabe se estivesse melhor
Sem World in data, caro Max, sem parallax nem antrax,
Não no sentido racional, não no sentido da qualidade de vida
Mais numa vida de qualidade, curta, misteriosa e intensa,
E afinal, na mensura da humana nomenclatura, verdadeira e imensa.
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