Sonetinho solitário
Há poesia que sai da gente
Dando vivas ao regozijo
Outras que ficam latentes
No fundo do esconderijo
Nenhum verso é inocente
Adverte o juízo mais rijo
Nas entrelinhas a semente
Da canção que lhe dirijo
Da rima triste e evidente
Na solidão me corrijo
Cego e por vezes crente
Se um ou outro verbo alijo
Importante que tente
Levar razão ao que redijo
Dando vivas ao regozijo
Outras que ficam latentes
No fundo do esconderijo
Nenhum verso é inocente
Adverte o juízo mais rijo
Nas entrelinhas a semente
Da canção que lhe dirijo
Da rima triste e evidente
Na solidão me corrijo
Cego e por vezes crente
Se um ou outro verbo alijo
Importante que tente
Levar razão ao que redijo
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