magoa e cinzas
A fogueira da minha vida teima em nao acender...
Sento-me no beiral da tua casa abandonada e olho sem cessar para a tua janela e para a flor que ai permanece seca...
A esperança permanece encoberta pelo desencontro de vidas, mas sigo resiliente à memoria do som do teu respirar...
Eterno ritual que me custa cumprir dia após dia e que me marca o interior de magoa e de cinzas...
Sento-me no beiral da tua casa abandonada e olho sem cessar para a tua janela e para a flor que ai permanece seca...
A esperança permanece encoberta pelo desencontro de vidas, mas sigo resiliente à memoria do som do teu respirar...
Eterno ritual que me custa cumprir dia após dia e que me marca o interior de magoa e de cinzas...
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