Escritas

Eu rolo sem rumo, tabuleiro estragado

mgenthbjpafa21
Desalento empurrado, dado viciado, caído na orla do ser, 

Vazio na hora de ter, 

Eu rolo sem rumo, tabuleiro estragado, 

Destino ignorado, sem planta para ver.

Ofereceram pilhas de livros e razões sem nunca interiorizar o que aí achei, palavras polissilábicas,
Estruturas, só palha seca, cinzas e agruras.
Seco só e sem palavras ardidas, 
A casa antiga de mim enfim desabou,
Os saltos altos das mulheres na rua, choque, ruído e o nada que sobrou
Só a dor traz sentido ao meu desalento.
Só a teimosia provem ao meu sustento.

O vento quente com sabor a chamas,  a cinzas, afinal como me chamas?
Cinzas de nós, chondrites aspiradas, afinal nadas, nada do macroscosmo,
O soluço da solitude no planeta mãe, só esta noite, nâo ficas,

Pois a tua personalidade é fria e eu sou quente e grande e tolerante,
Mesmo à minha incompletude expressa no sangue e gemidos que levo,
Nâo te pego amor mesmo que a alma desespere e repetidamente sem trevo.


Três ou quadrifold, fuck what is about to be told, i am sold to boldnesss.
So i cannot falter, no more alter, and my song is in A plus full of disarray.
A song of  lost love, of having to cut your limbs, of sung nothingness.
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