Escritas

Do coelho na toca, da raposa no galinheiro

mgenthbjpafa21
Uma hora de dias, os concertos Promenade, 
Subserviência ao Império Anglo-saxónico
Onde querem o mundo eu sou o chão, 
Onde querem herói eu sou perdido, 
Onde quer que esteja, aí não estou. 

É que quando cheguei aqui nada entendi 

Alguma coisa de suíno queimado, rançoso

Quando vos encarei por certo duvidoso, 

Do coelho na toca, da raposa no galinheiro. 

E foi quando soube que não voltarei inteiro, 
Meus cornos serrados, meus bagos esmagados,
Meus membros truncados. 

Olho presentemente com meu melhor olhar ausente
Em composição surrealista, uma paisagem portuense 
A minha presença entra pelos buracos de tantas cabeças 
Tantas tetas cheias em contratos Leoninos,
Tanta camaleoa que tive que recusar à toa. 
Há tanto tempo que não vejo a corda em Lisboa!

Hit the road jack 
Jack of all trades, master of none 
Till the end of the week you must be gone
No more, no more, nunca mais vais?
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