Desabafo

aquela
aquela
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Ó palavras que entoais na minha cabeça
Sereis de medo ou de esperança
De força ou de fraqueza
Que triste lamento não terdes consciência
ou definição pura
Que pudesse desenfrear fortes zéfiros
Que abalassem esta vida
Vida obscura, profunda e incompreensível
que me assola todos os dias sem fé.
Será por falta?
Falta de credo ou de doutrina
Falta de feição ou entusiasmo.
De que serve o tempo
Se a esperança morre a cada dia que passa
Sinto-me só e sem ajuste
Como se de unto vivesse a alma.
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